25 janeiro 2015

[RASCUNHO] Vingadores e X-Men - Eixo (hq)

~Postada originalmente em redes sociais~


"Aff, mais uma saga que a Marvel diz grandiosa, novamente 'mudando tudo o que conhecemos'. Depois de Pecado Original só posso esperar o pior, mas como essa saga é a que diz que a Wanda e o Pietro não são filhos do Erik, deve ter revelações realmente importantes, independente de ser boas ou não. Oba, polêmica, vou conferir. Já que a Marvel vi rebootar, acho que os caras tão podendo fazer o que quiser."

Como eu estava errado... mais uma vez, a Marvel apresentou uma saga que no fim não muda quase nada e o que muda muda pra pior. E mais uma vez fazem uma saga que começa do nada que na verdade continua a saga anterior que provavelmente terminou do nada. Mas essas coisas são detalhes.

O arco Eixo é dividido em 3 partes, chamadas de 'livros'. Temos um resumo do que aconteceu antes e que precisamos saber: Ciclope matou Xavier, Caveira Vermelha pegou o cérebro do Xavier ou algo assim e formou o Massacre Vermelho, um ser gigantesco.

O livro 1 mais parece um encerramento solto de algo que não mostraram, tipo os poucos minutos de Smaug no terceiro O Hobbit. A história começa estranha e de repente já estamos na cena dos heróis enfrentando o Massacre Vermelho, depois os vilões também entram na história e... pera... hum... esquece, melhor entender aos poucos. Aqui temos as equipes de heróis e vilões unidas para enfrentar um inimigo em comum que parece ser invencível. A conclusão é horrível, embora tenha um encerramento bom.

O livro 2 ocorre logo depois do fim do 1, assim como o livro 3 continua diretamente o 2. A diferença é que a partir do livro 2, aquela batalha já foi terminada, agora é meio que as consequências. Os heróis foram para o lado do mal e os vilões para o lado do bem. Pois é. E em meio a tudo isso, cada grupo se virou contra si, ou seja, Vingadores contra X-Men contra Inumanos. Os poucos que mantiveram a sanidade se uniram. Pra citar algo negativo, a história dá resoluções fáceis aos problemas, coisa que pode atrapalhar o proveito dos acontecimentos.

Essa saga apresentou uma ideia boa nos livros 2 e 3, mostrando como seriam as coisas se os papéis de herói e vilão fossem invertidos. O livro 1 é apena mais um daqueles exageros de hqs que acontece as vezes, mas é de lá que as coisas se iniciam. Não, minto, talvez comece antes da saga, não sei. Ou não lembro. Tanto faz. Deu pra entender a história. É incrivelmente simples entender tudo, basta aceitar aquilo que você está lendo. Sério, funciona. Não é nada complexo, são ações simples, não tem uma conspiração de informações por trás, é aquilo ali e pronto.

Como saga em geral deixou a desejar, mas por ter elementos que funcionam dentro de si, merece alguns pontos. Pra vocês verem como tá a situação da Marvel. Ter elementos que funcionem dentro de si é algo essencial para qualquer coisa. Vi críticas negativas ao arco, mas não achei ruim não. Realmente o livro 1 fica ruim por começar do nada e ficar na mesma, enrolando até não dar mais, eu mesmo pensei em parar nele, mas depois vai melhorando, embora a enrolação continue em alguns momentos.

E como citei no início, a Marvel apresentou algo prometendo grandes mudanças e no fim não mudou quase nada. Esse é o principal ponto negativo. Só isso basta pra muita gente se decepcionar com a saga. Não culpo, mas acho que tem coisas que se salvam, como disse anteriormente, mesmo que não tenha sido a proposta inicial. Se é que teve.

22 janeiro 2015

[RASCUNHO] Só Você Pode Ouvir (mangá)



A trama é curiosa: Uma garota sem amigos, a colegial Ryo Aihara, é a única de sua classe que não possui celular, o que a faz inventar um celular imaginário, só que de repente ela recebe uma chamada de alguém do outro lado. Pouco depois descobrimos que o garoto que estava do outro lado da linha, Shinya Nozaki, realmente existe e a amizade entre os dois vão crescendo, até que ela decide conhecer ele. A partir desse momento as coisas começam a mudar.

Apesar da trama, esse mistério de como essas pessoas conseguem se comunicar telepaticamente é deixado de lado e aceitado pelos personagens. O foco é na amizade entre o garoto e a garota se comunicando pelo celular imaginário deles, já que ambos possuem dificuldade para falar com as pessoas ao redor. Há também espaço para a relação entre a garota e uma mulher, todos se comunicando pelo celular imaginário. A mulher aparenta ser experiente no assunto. Por que será? Bom, como disse antes, os personagens apenas aceitam as coisas que vão acontecendo, mas calma lá, não significa que isso diminua a emoção da história, os personagens não buscam explicações para o impossível, eles buscam uma forma de serem felizes.

Mesmo sendo uma história curta (5 capítulos), consegue se desenvolver de forma satisfatória. Momentos dramáticos e uma conclusão inesperada aumentam o nível de qualidade da história, que brinca levemente com o tempo. Recomendo a leitura.

Curiosamente, o autor da história disse sentir vergonha do que escreveu. A história inicialmente foi escrita como um conto durante seu colegial. Tempo depois virou filme, onde esteve envolvido no roteiro, e posteriormente mangá, onde foi convidado para escrever um posfácio. Ele disse não ter conseguido ler o mangá mesmo elogiando a arte. Para ele, foi uma das histórias mais embaraçosas que já escreveu.

O nome do mangá me chamou a atenção. Mais um lançamento arriscado da JBC valorizando mangás de volume único que dificilmente chegam no Brasil.

[RASCUNHO] Zumbis Marvel (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


A história meio que "começa do nada e termina do nada", mas encerra aquele arco contado. Não tem muito o que explicar, é uma linha contínua de história, sem "pausas", e o leitor vai descobrindo as coisas conforme a história vai evoluindo.

Logo no início vemos Magneto, já exausto e prestes a morrer, tentando sobreviver aos mutantes zumbis, deixando claro que a história já se desenrolava desde antes da própria saga se iniciar, já que em nenhum momento depois a história volta no tempo, transformando aquela cena numa daquelas cenas pra chamar a atenção do leitor já mostrando o que estava por vir. Não, as coisas acontecem e vão acontecendo cronologicamente.

Durante a hq, vemos como é a vida dos zumbis. Eles são especiais, já que a mente dos heróis quando vivos ainda estão ali, seus pensamentos estão ativos, eles sabem de suas ações, tem consciência de tudo, porém a vontade de comer carne humana os confundem e não os deixam pensar, o que faz eles atacarem amigo ou inimigo. Num desse momento aparece o Surfista Prateado alertando que Galactus está chegando. É nesse momento que a história começa a se desenvolver melhor.

É divertido, não se deve levar tão a sério. Fiquei curioso em ler as hqs que levaram a Zumbis Marvel e também suas continuações e derivados, é um universo vasto a se explorar e o final desse primeiro Zumbis Marvel deixa isso claro.

19 janeiro 2015

Participem do grupo "Na Onda K-pop", no VK

Pra quem tem conta no VK, recomendo o grupo sobre kpop que faço parte. Nossa meta é popularizar o grupo trazendo novas pessoas para lá. E pra quem não tem conta no VK, é só criar um, é uma rede social russa famosíssima do outro lado do mundo, equivalente ao Facebook. É uma rede em forma de fórum, remetendo ao orkut, dá pra postar vídeos, músicas e imagens e ainda fazer playlists. Quem curte aqueles grupos pequenos sem muita gente, recomendo muito. Acontece que a maioria do VK é russo, mas com o fim do orkut, o VK se popularizou no Brasil e diversos grupos brasileiros surgiram. Pra quem busca algo diferente do face, é uma boa.

https://vk.com/na_onda_kpop



14 janeiro 2015

[RASCUNHO] Liar Game (2014) (dorama)

~Publicado originalmente em redes sociais~


"Bem que esse reality show poderia existir na vida real, seria interessante", eu pensava enquanto via o dorama. O dinheiro move as pessoas, fazem elas traírem os próprios amigos, não acreditar em ninguém, a ganância leva ao poder e ao desespero. Aqui vemos o rosto por trás da máscara e como as pessoas reagem nessas situações. Cada jogo do programa é um espetáculo a parte, digna de um filme de sucesso.

Um pessoal é escolhido pra participar do Liar Game ("Jogo da Mentira"). Pra levar o dinheiro é simples: tem que mentir. Se o dorama já se mantém com o reality, ele decide ir além mostrando as manipulações por trás das câmeras, os apelos propositais, os 'preferidos' dos responsáveis pelo programa, etc. Só que isso não é tudo, existe um segredo por trás do programa, causador de polêmicas.

Citando o primeiro jogo: O jogador inicialmente ganha uma maleta com dinheiro. Ele tem que conseguir a maleta do adversário escolhido no sorteio em uma semana, pode negociar, pode roubar, fazer o que quiser, só não vale agressão física. Como pegar o dinheiro de alguém que também quer ganhar o jogo e sabe que a pessoa em questão quer pegar o dinheiro dela? Aí fica o mistério.

A versão de 2014 é um remake (ou reboot, já que o original já se tornou uma franquia) coreano de uma obra japonesa. Dizem que os corebas sabem fazer melhor que os japas, mas como não vi o original, verei e depois compararei.

Ótimos atores (principalmente a do apresentador do programa), trama que prende do início ao fim, cheio de reviravoltas, cenas alternando entre a vida dos personagens principais, o reality show e por trás das câmeras... quero logo uma continuação!

Nota 9

Sobre Mim

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Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.