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30 setembro 2022

Sakura Card Captors - Comparação entre as cartas no mangá e no anime

Sakura Card Captors (ou Cardcaptor Sakura) foi inicialmente um mangá escrito entre 1996 e 2000 pela Clamp, totalizando 50 capítulos. Um anime foi feito pela Madhouse entre 1998 e 2000, totalizando 70 episódios, além de dois filmes em 1999 e 2000.

De forma bem resumida, a trama acompanha a estudante Sakura em busca das Cartas Clow, artefatos mágicos criados pelo mago Clow, que ela acidentalmente libertou após abrir um livro. Ao longo dos ocorridos, somos apresentados aos demais personagens, como os guardiões do livro Kerberus e Yue, a amiga Tomoyo, o rival Shaoran, o irmão Touya, etc. Tanto o mangá quanto o anime fizeram sucesso e atualmente uma continuação está em andamento.

Enfim. Quem quiser saber mais pode pesquisar no Google. Aqui listo as cartas tanto do mangá quanto do anime (os clássicos). E sim, há uma diferença: A quantidade. Enquanto no mangá há apenas 19 cartas, no anime há mais. Em resposta brusca, são 53 no total, mas se for considerar tudo mesmo são 55. Explicarei a seguir. 

CONTÉM SPOILERS A PARTIR DAQUI, afinal, estarei listando TODAS as cartas. Prosseguindo.

As cartas Clow foram inicialmente 52 no anime. Após a captura de todas, houve o Julgamento Final e, após isso, Sakura teve que transformar todas as cartas Clow em cartas Sakura. Ao fim do anime, Sakura gera sua primeira carta própria: Uma carta Sakura sem nome. Logo, 53 cartas. Já no segundo filme, é revelado que existia uma 53ª carta Clow, o Vácuo. Então aqui já são 54 cartas. Ao fim do filme, A carta Vácuo, após transformada, se une a carta sem nome de Sakura e forma a carta Esperança. Pronto, uma 55ª carta. Claro, ao fim Sakura fica com 53 cartas mesmo em seu deck (52 ex-Clow e a Esperança), porém, se considerarmos separadamente, há 55 devido a existência momentânea da carta sem nome e da carta Vácuo.

Explicado o detalhe, vamos para as listas:


Lista de cartas Clow/Sakura no mangá (19):
  • Vento, Bosque, Salto, Alada, Água, Ilusão, Flor, Espada, Trovão, Sombra, Espelho, Escudo, Labirinto, Apagar, Brilho, Trevas, Luz, Fogo, Terra.


Lista de cartas Clow/Sakura no anime e filmes (55):
  • Vento, Alada, Sombra, Água, Bosque, Chuva, Salto, Ilusão, Silêncio, Trovão, Espada, Flor, Escudo, Tempo, Poder, Névoa, Tempestade, Flutuação, Apagar, Brilho, Movimento, Luta, Volta, Sono, Canção, Pequeno, Espelho, Labirinto, Retorno, Disparo, Doce, Corrida, Grande, Criatividade, Troca, Congelante, Fogo, Flecha, Através, Bolhas, Onda, Balança, Neve, Voz, Cadeado, Nuvem, Sonho, Areia, Luz, Trevas, Gêmeos, Terra, Sem nome, Vácuo, Esperança.


Lista de cartas existentes tanto no anime quanto no mangá (19):
  • Todas as listadas no mangá.


Lista de cartas exclusivas do anime e filmes (36):
  • Chuva, Silêncio, Tempo, Poder, Névoa, Tempestade, Flutuação, Movimento, Luta, Volta, Sono, Canção, Pequeno, Retorno, Disparo, Doce, Corrida, Grande, Criatividade, Troca, Congelante, Flecha, Através, Bolhas, Onda, Balança, Neve, Voz, Cadeado, Nuvem, Sonho, Areia, Gêmeos, Sem nome, Vácuo, Esperança.


Lista de cartas presentes apenas nos filmes do anime (3):
  • Flecha, Vácuo e Esperança.


Lista de cartas exclusivas Sakura (2):

  • Sem nome e Esperança.


Se considerar cartas Clow e Sakura como diferentes (ex.: Clow Vento e Sakura Vento são duas, não uma), então ao todo temos 38 cartas no mangá (19 Clow e 19 Sakura) e 108 cartas no anime (53 Clow e 55 Sakura).


07 junho 2022

[JAM STATION] Obras japonesas que poderiam ganhar um live-action americano

[Publicado originalmente em 2016]

Obras japonesas que poderiam ganhar um live-action americano

Preparem-se que Dragon Ball Evolution foi apenas o começo. Alguns animes como Ghost in Shell, Akira e até mesmo Naruto e Beyblade já receberam propostas de adaptações americanas. Pensando nisso e seguindo a linha da lista anterior de live-actions japoneses, apresento-lhes agora as obras japonesas que eu gostaria de ver uma adaptação americana com atores reais. Todas as regras que citei na lista anterior são válidas para essa: Tenha mente aberta, a lista é polêmica, decida você mesmo se levará a sério, as adaptações podem ser longa ou série, descartei jogos e considerei apenas mangás e animes. Segue a lista:

1 - Death Note

É inegável o sucesso que Death Note possui. Começou com mangá, que por si só já foi aclamado como um dos melhores, ganhou anime, que também foi febre, ganhou longas resumindo o anime (e você aí falando mal do filme de Os Dez Mandamentos [ok, podem falar]), ganhou três live-actions (dois com a história e um derivado do L) e ainda vai ganhar mais um esse ano (com uma trama original), ganhou livros (um sobre o caso da Naomi com o L e outro uma mera adaptação do filme do L), etc. E a adaptação americana já foi confirmada a anos e pode sair num futuro não tão distante. O mangá/anime contra a história de Light Yagami, o carinha de luz que é gay ao contrário ("yagami" "imagay" "i'm a gay" [piada nível Praça]) causador de confusões desde o Orkut pelos otakus que insistem em dizer que Raito é o correto e Light é errado, sendo que Raito é a pronúncia japonesa e Light é realmente o nome do cara. Enfim. Voltemos a escrever sério. O mangá/anime conta a história de Light Yagami, um estudante que é abençoado/amaldiçoado ao encontrar um exemplar do Death Note no chão, jogado por um shinigami (deus da morte) viciado em maçã muito do louco chamado Ryuk. O Death Note é um caderno capaz de matar apenas escrevendo o nome da pessoa nela, mas pra isso o usuário precisa ter em mente o rosto dessa pessoa. Rapidamente Light vai se tornando insano, querendo se tornar Deus e utilizando o nome 'Kira' para ser reconhecido anonimamente. Para detê-lo, o estranho aficcionado por doces e detetive intitulado L declara guerra contra o maníaco com a ajuda da polícia japonesa, onde o capitão é pai de Light. Como Kira e L são mais espertos que eles mesmo, a história fica nessa briga sem fim de cão e gato, com inúmeras reviravoltas e personagens sendo inseridos em determinados momentos, como a Misa, uma loirinha bobinha, digo, bonitinha que vira peão de Kira; Matsuda, o policial atrapalhado que me comparavam antigamente; entre muitos outros. Dizer alguns parece até spoiler, então fico quieto.

E quanto a adaptação americana, ficaria bom? Sem dúvida. Death Note não só tem potencial pra muito mais do que foi montado no universo japonês como também talvez seja a obra com mais potencial pra ser adaptado, com suas devidas adaptações (desculpem-me a repetição), pra outra nacionalidade. Os live-actions japoneses são baseados no mangá mas ao mesmo tempo seguem uma história própria, trazendo mudanças imensas no rumo dos acontecimentos. No Japão os filmes foram sucesso e até hoje são considerados uns dos melhores live-actions já feitos por lá. No Brasil infelizmente há mais briguinha de otaku reclamando que os filmes são diferentes do anime e por isso são ruins. Desde quando ser diferente é sinônimo de algo ruim? Só pra saber, os próprios criadores do mangá elogiaram o filme. E falo mesmo: O final do filme é melhor que o do anime, chegando mais perto ao do mangá, que é tão incrível que ainda fica vagando pela minha mente. Ano passado foi lançado o dorama, adaptando mais fielmente o mangá/anime mas também trazendo suas diferenças fortes. Mesmo com as diferenças, tinha diversos momentos que estavam bastante fieis aos acontecimentos originais. No dorama Light é um estudante fã de uma girlgroup da qual Misa faz parte. Ele começa bem inocente, assim como o dorama começa morno, mas aos poucos seu lado psicopata vai surgindo. Na metade do dorama, que é quando a história começa a tomar rumo próprio por causa das diferenças e a se tornar mais interessante, Light já está com uma cara demoníaca de dar medo. Não é a toa que o ator foi escolhido numa famosa premiação japonesa o melhor do ano para uma produção de tv. Com o sucesso do dorama, ao fim do último episódio, que também é sensacional, anunciaram um filme que se passa depois dos filmes anteriores (sem ligação com o dorama), agora com uma nova geração e uma história viajada. Estados Unidos que se cuide, Japão tá voltando com tudo com Death Note e Godzilla (que também vai receber um novo filme japonês esse ano).

2 - Saikano

Escolhido um dos animes com um dos finais mais tristes de todos os tempos, Saikano conta a história de Chise, uma estudante que vira cobaia do governo e tem seu corpo transformado numa ciborgue para enfrentar as ameaças vindas dos céus. O problema é que isso começa a tomar conta de seu corpo cada vez mais e também a atrapalhar seu relacionamentos com Shuuji, outro estudante. Tentando vencer as barreiras desse amor que tem tudo para ser impedido, os dois tentam aproveitar ao máximo seus momentos juntos antes que Chise seja forçada a lutar novamente (é como se ela perdesse o controle sobre o corpo). Com uma trilha cativante, o anime de drama, romance e guerra conquista mais pela história que outros elementos. O anime é baseado num mangá, que é bem mais detalhado mas também é repleto de cenas de você sabe o que, e sabemos que no Japão essas coisas são permitidas em mangás, mesmo que os personagens sejam adolescentes. Mas fiquem tranquilos, o máximo de nudez no anime são nos ovas, mas nada de vucofap.

E o filme? Existe um live-action japonês do anime, que mantém a essência mas traz algumas situações diferentes, se focando mais na guerra que no romance e com um final diferente, mas não ruim (apenas apagado pelo final do anime). Um live-action americano teria chances de ficar bom caso seguissem o exemplo de se focar mais na guerra que no romance e também seguir o final do anime.

3 - Liar Game

O Jogo da Mentira que me deixou doido assistindo um episódio atrás do outro como um vício que eu não queria que terminasse. Liar Game é mais famoso pelo seu dorama, mas existe também um mangá imenso. Como nunca li o mangá, falarei do dorama. A trama tem como protagonista Nao Kanzaki, uma garota tonta que acredita em tudo. Um dia ela recebe uma caixa com dinheiro e acaba entrando num jogo macabro onde um cara mascarado tão assustador quanto o dos Jogos Mortais aparece numa tela explicando as regras. Ferrada logo na primeira fase, e desesperada e ignorada pelo policial local, ela pede ajuda a Shinichi Akiyama, um cara de passado misterioso que acabou de sair da prisão. Juntos, eles adentram esse universo sombrio do Liar Game, uma organização que impõe ordem e cobra dívidas de qualquer forma possível. A primeira prova é a mais simples e não mostra o potencial que Ligar Game possui, mas dá noção de como as coisas funcionam. Logo na segunda prova as coisas ficam absurdas, quando os vencedores da primeira prova se unem dentro de uma sala. O dorama teve duas temporadas, dois filmes (um só pra fase final e outro uma tentativa de recomeço) e um monte de especiais que aposto que muitos sequer ouviram falar. Um remake coreano foi feito anos depois, trazendo a mesma história num contexto totalmente diferente, agora com o Liar Game sendo um programa de tv com um apresentador no palco e uma história conspiratória. O resultado foi incrível, vale muito a pena conferir.

E uma adaptação estadounidense? Pois é, essa foi uma incógnita que fiquei refletindo e cheguei a conclusão de que não sei ao certo o que esperar caso acontecesse. O remake coreano deu uma clareza ao cérebro: E se adaptassem de outra forma? Não precisa necessariamente ser fiel a obra original, o remake fez mudanças radicais e ficou tão bom quanto. O segredo é manter a essência dos jogos.

4 - Battle Royale

Provavelmente muitos fãs da cultura oriental conhecem Battle Royale ou pelos mangás ou pelo sanguinolento filme. Mas o que alguns não sabem é que Battle Royale é um tijolo denominado livro com não sei quantas páginas escrito por um jornalista vencedor de um concurso de histórias. Violento ao extremo, a história se passa num Japão de futuro não tão distante onde o governo aprova a lei ATO BR, onde simplesmente escolhem estudantes para se matar. Tem toda uma questão política envolvida por trás disso, claro, o que torna tudo mais interessante. Acompanhamos estudantes que são largados numa ilha e tem determinado tempo para matarem uns aos outros até sobrar um, caso contrário todos morrem. É que nem jogar Resta Um só que com pessoas. O livro ainda conta com flashbacks de alguns personagens e longos, imensos, gigantescos diálogos entre eles, sem contar todo o massacre que ocorre durante as lutas. Sério, é muita morte pra um livro só, muito sangue pra uma pessoa só, muita violência pra um ato só. Chega a ser doentio em alguns momentos. Muito bom. Realmente muito bom. E não sou doentio, o livro é que é. O início é monótono mas depois que as crianças são jogadas na ilha não dá pra parar de ler. O filme de Battle Royale ganhou uma continuação mal recebida, assim como o mangá ganhou uma continuação que não vingou, mas as obras são diferentes entre si, cada uma segue sua "originalidade".

E o filme americano? Ocidentalmente, o diretor Quentin Tarantino, o mesmo que fez Kill Bill, chegou a considerar o filme como o melhor que ele tinha visto. Exageros a parte, realmente é um filme incrível. Isso ajudou a obra a ficar mais famosa por aqui. A fama aumentou após o lançamento de Jogos Vorazes, que causou polêmica por causa das semelhanças entre as histórias. Como se pessoas se matando numa ilha fosse original de Battle Royale... Se bem que tem umas semelhanças fortes mesmo, principalmente envolvendo o governo e parte do final, mas isso são detalhes, já que cada um possui seu foco. Battle Royale é mais fechado, é aquilo e pronto. Jogos Vorazes tem toda a questão fora das arenas, etc, englobando tudo. Não estranhe caso um dia você mostre Battle Royale pra algum amigo fã de Jogos Vorazes e essa pessoa venha com a pergunta bizonhenta: "Que isso? Jogos Vorazes japonês?" ou "É tipo Jogos Vorazes?". Não! Não! Não! Tá, é tipo, mas não é, entende? Agora chamar de JV japa é heresia, BR veio muito antes. De qualquer forma, uma adaptação americana estava planejada para acontecer, mas acabou sumindo e até hoje não se tem mais notícias. Já lançaram no Japão até mangá complemento, mas nada do filme americano sair. E sim, tem potencial, se bem que pros americanos seria mais um filme de massacre e pronto. Mas quem não curte ver o circo pegando fogo, né?

5 - Megaman NT Warrior ou algo parecido mas com Megaman

Pera, gente, eu não fiquei doido. Esses dias eu tava pensando em como seria um filme do Megaman. Existe um fã-filme que ficou famosinho alguns anos atrás (no futuro que não dá pra ser... ainda), mas não foi grande coisa. A história do desenho fala sobre Hikari Netto (ou Lan Hikari no ocidente) e sua luta contra Dr Wily e sua organização maligna WWW. Para isso, ele conta com a ajuda de Megaman (ou Rockman, no oriente), um net navi (navegador de rede, nada a ver com um tamagochi) e de seus outros amigos. E qual a melhor maneira de enfrentá-lo? Mas é claro: Entrar num torneio de net navis. Ah, esse desenho era demais.

Tá, mas e o filme? Para essa adaptação americana vale lembrar que não me referi aos jogos, e sim ao desenho NT Warrior, sucesso com a garotada. Ou algo semelhante também, não necessariamente uma adaptação do desenho. Pensei muito em algo estilo Tron, com todos aqueles efeitos atraentes e um universo meio videogame. Nas mãos certas daria uma boa adaptação. Seria legal ver as batalhas, pelo menos visualmente falando.

6 - Gantz

É sério, não to doido. Tá bom, aqui eu to doido sim. Gantz tem mangá, anime, filme e a trama é bem simples: Uns caras morrem, vão parar num quarto com uma bola preta. Eles não conseguem sair de lá. Quando é chegada a hora, a bola preta oferece uniforme e arma pra eles. Eles então são transportados pras ruas pra enfrentar aliens, mas ninguém os veem. É como se eles fossem parar num plano de realidade em cima da que vivem. Detalhe: Tudo o que é destruído durante as lutas acaba sendo destruído de verdade. Não li o mangá ainda, mas sei que tem muita sacanagem. O anime também tem suas sacanagens (bem mais leves que o mangá, mas tem), mas me perdoem: Achei tão chato que cheguei a pular partes. O que se salva são apenas as incríveis cenas de ação. De resto a história é horrível, o protagonista fica querendo transar com a garota o tempo todo, e ainda se focam nisso. Já os filmes live-action não tenho do que reclamar. São surreais, tão bons que por causa deles eu nem colocaria Gantz nessa lista, de tão incríveis que são. Deixam toda a perda de tempo de lado, reforçam a história humana e abusam da ação e da violência.

Um filme americano ficaria bom? Sim, ficaria, e muito. Desnecessário provavelmente seria, mas isso não significa que seria ruim. Se seguissem a ideia dos filmes japoneses e se focassem na ação, daria um grandioso filme de... ação. Algumas mudanças pra não ficar mais do mesmo seriam bem vindas. Ah, mas nada de fazer que nem Oldboy, que transformaram num filme genérico hollywoodiano de ação, embora eu estranhamente tenha curtido mesmo sendo bem inferior (bem mesmo) e menos impactante que o original.

7 - Medabots

Medabots, outra felicidade da garotada. Não dá pra fugir, Medabots surpreendia com sua boa história e cenas de luta entre robôs, além da interatividade robô-humano. A trama tem como personagem principal Ikki Tenryou, um garoto que quer se tornar o campeão do Torneio Mundial de Ciberlutas com seu robô Metabee, um robô ultrapassado do tipo besouro. Tem umas paradas de medalhas também, que se coloca no robô pra deixá-lo mais forte.

E quanto ao filme? Ao escolher o anime para a lista, tive em mente algo semelhante a Gigantes de Aço, filmão de luta de robôs estilo boxe. Não há muito o que falar e o que há já disse em outros tópicos: Em mãos certas haveria chances de dar muito certo.

8 - Prophecy

A história de um homem com a cara coberta de jornal anunciando suas vítimas. Um justiceiro que quer matar aqueles que fazem o mal. A polícia tenta prendê-lo, mas nunca consegue, mesmo com ele anunciando tudo, até o local em que irá cometer o assassinato. Com a fama ele encontra aliados... O mangá de 3 volumes é frenético e prende a atenção.

Um filme daria certo? Descobri recentemente que existe um live-action japonês e fiquei curioso pra conferir. Mas voltando a ideia americana, esse é uma daquelas histórias que daria certo nessa transferência, já que os elementos são básicos de uma história policial.

E mais uma vez, depois de mais uma lista estranha, encerro a matéria de forma simples. Espero que tenham gostado ou se revoltado e até alguma próxima matéria. Deixem nos comentários que animes e mangás japoneses dariam boas adaptações americanas. Só não me venham com "nenhuma" porque isso é mentira. Sejam amor, não sejam chatos.

[JAM STATION] Obras japonesas que poderiam ganhar um live-action japonês

[Publicado originalmente em 2016]

Obras japonesas que poderiam ganhar um live-action japonês

Em meio a tantos live-actions que surgem aqui e ali, de sucessos como Death Note e Samurai X a bizarrices curiosas como Parasyte e As the Gods Will, parei pra pensar como seriam algumas obras que aprecio, seja anime, seja mangá, numa versão com atores reais. Primeiramente, deixo claro que não sou otaku, logo não conheço tanto assim sobre animes, embora frequente eventos de anime e tenha noção das coisas por ter ouvido falar bastante ou até mesmo ter conferido algum episódio (culpa do meu irmão). Segundamente, aviso que a lista é polêmica. Agradeço a mente aberta ao ler as besteiras (ou genialidades) que escrevi. Terceiramente, decidi considerar apenas animes e mangás, descartando os jogos. Quartamente, as adaptações em live-action a que me refiro podem ser tanto um longa quanto uma série. Quintamente, decida você mesmo se levará a lista a sério ou não. O que listei veio de uma mente estranha (eu) que gostaria de ver adaptações de quase tudo. Quase. Sem mais delongas, segue a lista:

1 - Pokémon

Começando bem! Pokémon é uma franquia surgida nos games em que rapidamente ganhou seu anime com história própria. Sucesso até os dias de hoje, mesmo com quase mil pokémons de todos os tipos (de rato a pedra, de rinoceronte a lixo, de planta a espada, de besouro a sorvete), Pokémon conta, no anime, a história do maior friendzone do mundo, Ash Ketchup, digo, Ash Ketchum, que deseja se tornar o maior treinador pokémon de todos. Para isso, ele conta com a ajuda de seu amigo xaropinho elétrico Pikachu e de seus amigos que mudam a cada geração. Já nos jogos, cada um possui sua história, mas no primeiro temos Red, que basicamente recebe a função de coletar dados de pokémons para a Pokédex e sai por aí enfrentando os outros nos ginásios Pokémon. Voltando ao anime, todo ano temos longas animados, uns bons outros ruins, mas nenhum tão bom quanto o primeiro.

Mas e um live-action? Daria certo? Meus caros e baratos, estamos falando de Japão, então é claro que daria certo! Se ficaria bom ou não aí é outra história. Seria no mínimo interessante. Imagina o Ash, ou o Red, se aventurando num universo em live-action, imagina ver os pokémons reais. Não, pera... Os pokémons obviamente seriam animações, mas então teriam que ser boas animações, daquelas de estilo realista. Imaginem as batalhas! Imaginem a emoção! Seria demais! Pelo menos pra mim.

Existem algumas experiências de Pokémon em live-action pela internet. Há muitos anos saiu um trailer no YouTube chamado Pokémon Apokélypse, que imaginava uma versão mais sombria dos monstrinhos escravos de bolso. Também tivemos os fã-filmes portugueses de Pokémon pelo Fábio Powers, com uma história original utilizando gravações caseiras reais com pokémons em desenho. O resultado pode ter suas qualidades duvidosas, mas acredite: As coisas vão melhorando a cada filme e o que não falta é criatividade. Além do mais, o que vale é a intenção, não sejam chatos. Já esse ano a franquia Pokémon comemorou seus 20 anos e a Nintendo divulgou um belo comercial com atores reais onde, no final, aparecia um estádio Pokémon, onde uma luta estava prestes a acontecer.

2 - Sakura Card Captors

~ Eu só quero / e espero / ter pra sempre / você junto a mim / Não me atrevo, / tenho medo / de dizer que te amo e que te quero assim / Porque (porque) / Porque (porque) / Quero viver contigo a vida inteira / E te darei / O meu amor / E com você eu quero voar / Nos seus braços quero viver para sempre / Só te dando meu carinho / Para nós podia até parar o tempo / Tudo eu farei / Não te deixarei / Te amo, te amo, te amo, amoooor / Quero teu calor! ~ [Fonte: Letras Músicas]

Que foi? A trilha sonora de Sakura é demais! Sei cantar tudo... em português. O "anime de menina" que todos os marmanjos assistiam e tinham vergonha de assumir (menos eu, por isso era zoado) foi baseado no mangá da Clamp de mesmo nome. Na trama, Sakura Kinomoto, uma garotinha simpática, abre um livro e descobre haver diversas cartas. Ao ler o nome da carta Vento, todas as cartas se espalham. Ela então é obrigada a capturar todas as cartas novamente, que possuem poderes especiais únicos. O anime conquistou a todos principalmente por seus personagens, dentre eles Chorão, digo, Shaoran, o ninja rebelde; Tomoyo, a amiga íntima de Sakura que as teorias dizem ser lésbica apaixonada por Sakura, além de ser prima também (eita); Kero, guardião do livro e cão do diabo que inicialmente tem uma forma de bicho de pelúcia; Touya, o irmão de Sakura que a perturba sempre; Yukito, o carinha que vira anjo, também guardião, paixão de Sakura e amigo de Touya que teorias da conspiração dizem que os dois tem um caso (chega, parem de estragar minha inocência, eles são apenas grandes amigos); entre outros. O anime contou com dois longas animados, um se passando durante a captura das cartas e outro depois do inesquecível, marcante e arrasador último episódio do anime. Esse segundo filme também foi inesquecível, marcante e arrasador.

Mas e um filme com atores reais, daria certo? Claro que não. Mas calma, talvez desse certo uma série. Poderia ficar tosco? Bastante, mas a lista é minha e escolho a obra que eu quiser. Por que não daria certo um filme mas sim uma série? Ora, tanto o anime quanto o mangá mostram, a cada capítulo/volume, a Sakura capturando cartas. Num filme isso teria que ser resumido. Imagina como ficaria corrido? Seria algo que nem o live-action de Assassination Classroom, que tenta resumir tudo em pequenas cenas. Mas e se fizessem mudanças, daria certo? Talvez. Como exemplo, fugindo do oriente, cito A Viagem do Peregrino da Alvorada (da franquia As Crônicas de Nárnia), onde os personagens navegam por ilhas procurando espadas. No livro tudo isso é detalhado e soa como episódios, uma ilha de cada vez, além dos outros acontecimentos pelo mar. No filme tentaram resumir unindo ilhas, cortaram um monte de coisa importante e deu no que deu (nem acho ruim, dá pra assistir até, mas poderia ter sido bem melhor). E pensar que querem adaptar o jogo Shadow of the Colossus... Mas enfim. A capturadora de cartas (e de corações) daria mais certo como série que longa. Mas arriscando um longa, acredito que o melhor seria um filme para cada temporada, ou dois para cada.

3 - Akira

Esse dispensa comentários. Mentira, necessita de comentários, nem sei o que dizer. A história se passa 30 anos depois da 3ª Guerra Mundial, onde o mundo tem um estilo punk dos anos 80 (que foi quando o mangá foi publicado), envolvendo uma grande guerra entre motoqueiros, com Shotaro Kaneda como protagonista, e outras coisas como o governo e as pessoas com poderes especiais. Aí você pergunta: Mas quem é Akira? Então... ele foi supostamente o causador da guerra, uma criança com poderes especiais que saiu de controle. A animação lançada na mesma década é aclamada por uma legião de fãs que a consideram como uma das melhores animações japonesas. 

E quanto a um filme com atores reais? Boa parte do longa tem um estilo um tanto realista, apesar dos elementos fantasiosos, mas em determinado momento começa a viajar, e muito. Não sei o quanto isso ficaria bom num filme, mas fazendo adaptações necessárias, Akira tem potencial pra ficar bom com pessoas de verdade. Um fã trailer chegou a ser feito e foi bem recebido. Para a alegria ou tristeza dos fãs, um live-action americano está por vir.

4 - Hoshi no Koe

Lançado primeiro como um OVA de meia hora, Hoshi no Koe mostrava uma história de amor separada pela distância. Japonês curte uma tragédia, são bons nisso e aqui não é diferente. Temos a Mikako como protagonista, uma garota obrigada, digo, convocada para ir para o espaço lutar pela Terra. Isso porque os humanos descobriram as ruínas de uma civilização alien em Marte e se apoderaram da tecnologia deles, então a partir daí começou uma guerra entre os tais aliens e a Terra. Como estamos falando de Japão, obviamente sobra pras crianças fazerem as coisas. No caso, Mikako. Só que ela quer aproveitar seus últimos momentos na Terra. Ela tem um amor platônico chamado Noburo. Quando chega o momento da partida, os dois começam a trocar mensagens, só que a cada momento mais distante da Terra, mais tempo leva para a mensagem chegar. É isso, resumi toda a premissa. Simples porém magnífico. Um mangá foi lançado anos depois, estendendo a história, inserindo não só mais conteúdo como também mais cenas de ação.

E o filme? Caso ocorresse, o melhor seria adaptar o mangá que o OVA, não só por causa do tempo mas também pelo que o mangá oferece a mais. Daria pra fazer um ótimo filme de drama e ação estilo mecha no espaço, uma mistura curiosa que funcionou muito bem nos formatos anteriores.

5 - Yu-Gi-Oh ou algo semelhante

Por favor não me batam! Quando criança, cheguei a assistir a primeira temporada do desenho mais polêmico da época: Yu-Gi-Oh, até ser proibido por minha mãe, já que, de acordo com ela, era "desenho do diabo". Exageros a parte, não tenho como discordar dela hehe Sempre me senti incomodado com o que era apresentado de personagens no anime, mas ao mesmo tempo me sentia fascinado e atraído pelo que criaram ali: Uma grande batalha de cartas onde os personagens aparecem em cima dessas cartas. Isso era demais! Não é a toa que virou febre na época. Com o tempo vieram as continuações, cheguei a ver uma delas, mas não curti muito. E enquanto escrevia esse texto, descobri que existiu um anime antigo que parece não ter ficado muito famoso. A história do então reboot nos mostra Yugi Muto, um garoto que ganha do avô um troço egípcio meio quebra-cabeça chamado Enigma do Milênio. Ao montá-lo, ele ganha poderes e liberta o espírito de Yami Yugi que vive dentro dele (WTF?). Daí acontece umas coisas e rola as lutas.

Mas funcionaria como live-action? Ora essa, repito o que disse lá no tópico de Pokémon: É Japão, é claro que funcionaria! Criatividade não falta. Mas voltando a um detalhe no nome do tópico, "Yu-Gi-Oh ou algo semelhante", reforço o "algo semelhante". Como podem perceber, não sou fã da franquia mas gosto da ideia das batalhas de cartas, logo um filme que se utilizasse da mesma ideia seria curioso.

6 - El Alamein e Outras Batalhas

Aqui eu já tava sem ideia do que escolher. São tantas obras que muitas fogem da mente. Depois de pensar em algumas que viajei sem usar drogas e percebi o quanto seria ruim uma adaptação, acabei escolhendo algo mais realista. O mangá El Alamein e Outras Batalhas conta a história da batalha de El Alamein (dã) e também de outras batalhas (dããã) ocorridas na Segunda Guerra Mundial.

Como seria um filme? Assim como o mangá, o filme seria como uma coletânea de histórias, cada uma focada numa batalha diferente. Não há necessidade de mais explicações, é guerra, caramba!

Depois de uma lista absurda, chegou a hora de finalizar a matéria. Espero que tenham gostado e se divertido, ou chorado e odiado, sei lá. Comentem nos comentários (hum...) que animes e mangás japoneses vocês gostariam de ver uma adaptação com atores reais feita pelos próprios japoneses. E aguardem a próxima lista polêmica, onde me focarei em adaptações americanas.

14 maio 2017

Sakura Card Captors - Diferenças entre o mangá e o anime

~Publicado originalmente em redes sociais.

Incrível como a história trata sobre as mais diversas formas de amor. Quando criança eu ligava mesmo era pra ação, que sequer é o foco. A seguir listo as principais diferenças entre o mangá e o anime e depois explico sobre os relacionamentos mais 'polêmicos'.


*Diferenças entre o mangá e o anime:

- O anime tem muito mais cartas que o mangá.

- O mangá já começa com a Sakura sendo uma cardcaptor, tendo um flashback pra relembrar como tudo começou. O anime segue a história em ordem cronológica, o que considerei melhor.

- O final do mangá encerra a história de Sakura de forma relativamente feliz. Tudo bem que o anime, se considerar o segundo filme (que se passa depois), tb faz isso, mas o anime mesmo, sem o filme, termina bem triste. Essa tristeza, ou pelo menos o desenvolvimento dela, está ausente no mangá, mas entende-se que aconteceu.

- O anime tem personagem que não existe no mangá: Mei Li.

- O mangá se divide em duas partes: o antes e depois das cartas serem capturadas. O anime, por sua vez, se divide em três temporadas, mas abordam os mesmos conteúdos.

- O mangá dá várias (in)diretas fortes sobre quem gosta de quem nos casos polêmicos já de cara, além de frases como "gostar mais que amigo", "pena que não entende esse amor no sentido que gostaria" e "quando crescer entenderá". O anime até deixa umas pistas, mas nada tão direto assim.


*Os pares amorosos do mangá (spoiler):

- A mãe da Tomoyo era prima da mãe da Sakura, e ela a apreciava demais. A Tomoyo tb aprecia demais a Sakura, como se fosse algo genético. No início do mangá a Tomoyo diz que gosta da Sakura, mas que não da forma que a Sakura pensava, dizendo que explicaria quando ela crescesse. Só que, ao decorrer do mangá, a Tomoyo começa a apoiar o Shoran a se declarar pra Sakura, como que tudo o que importasse fosse ver ela feliz.

- O pai da Sakura era professor e se casou com uma de suas alunas, que tinha 16 anos na época. Ou seja, o namoro já devia vir de antes. Mas a Sakura nasceu só depois que ela ficou de maior (e pouco depois morreu).

- O Touya tem atração pelo Yukito, mas nunca deixaram claro qual era a deles. Uma mulher sempre dizia que ele não mudava e que deveria contar a verdade. Acabou que o Yue uma vez disse que o Touya deveria parar com isso. No final transformaram tudo em "o Touya sabe o segredo do Yukito mas não sabe como contar" e "o Yue atrai o Touya por causa da magia, como se ele estivesse enfeitiçado, então não é amor de alma gêmea".

- Essa coisa da magia atrair é o que acontecia com Sakura e Shoran com o Yukito, por causa do Yue. O Yukito/Yue lá pro final do mangá chega a conversar com a Sakura sobre o tal amor que ela sente por ele.

- O Eriol, que é a encarnação do mago Clow mas ao mesmo tempo não é (ele tem as memórias, mas tb tem personalidade própria) acaba ficando com a professora lá que aparece na história. Ele naquela forma é criança, e ela já é adulta. Mas como ele meio que é o Clow, é bem velho. Ainda assim ficou estranho.

- Mas o mais polêmico de todos com certeza é a relação de uma das alunas com o professor. Ela diz estar namorando um cara mais velho e o mangá sempre deixa pistas que é o professor, até com troca de olhares. E sim, eles chegam a sair pra encontro, mas não é mostrado nada. Não se sabe se eles tiveram um caso ou se o professor apenas tentou alegrar a aluna, como uma companhia, mas sabendo o seu lugar.

02 dezembro 2014

[KOKYO] Michiko to Hatchin – A visão japonesa do Brasil

Uma questão que gera algumas polêmicas é o ponto de vista dos países mundo afora em relação ao Brasil. Obras são feitas mas nunca mostram realmente como o Brasil realmente é, sempre exageram, seja pro bem seja pro mal. Mas deixando um pouco de lado, há uma obra que muitos ainda não conhecem: um anime chamado Michiko to Hatchin (Michiko e Hatchin em português), escrito por Takashi Ujita, dirigido Sayo Yamamoto (seu primeiro trabalho) e produzido pelo estúdio Manglobe, que também tem em seu currículo animes como Cowboy Bepop e Samurai Champloo. O anime estreou no fim de 2008 na TV Fuji. É um anime de comédia, drama, ação e aventura e possui 22 episódios.

A história conta sobre duas mulheres chamadas Michiko Malandro, que escapou da prisão, e Hana “Hatchin” Morenos, que foi salva por Michiko de seus padrastos malvados devido a abusos. Ambas buscam a liberdade e decidem ir atrás de um homem chamado Hiroshi Morenos, pai biológico de Hana e ex-amante de Michiko, para alcançar o que tanto querem, ao mesmo tempo que a polícia as perseguem. O local em que a história se passa é no país fictício Diamandra, só que esse país, que mistura os países da América Latina, se parece muito com o Brasil. Sim, um Brasil na visão dos japoneses, por assim dizer. E lembra demais mesmo.

A trilha sonora ficou por conta do músico brasileiro Alexandre Kassin, com produção de Shinichiro Watanabe. As músicas seguem o estilo brasileiro, como no início do primeiro episódio, onde toca uma música instrumental de samba. A música de abertura se chama Paraíso, do sexteto japonês de jazz Soil & “Pimp” Sessions, que lembra um pouco bossa nova. O início da música lembra demais o clássico brasileiro “Mais que Nada”, que tocou até no recente filme Rio. Apesar do encerramento ser em inglês, o último episódio possui um encerramento especial, com a música em português “Nada Pode Me Parar Agora”, de Kassin.

Logo na abertura já podemos perceber que há um foco de paisagem que lembram as favelas do Rio de Janeiro.  Há favelas, cidade grande e até mesmo lugares desertos, ou seja, é uma mistura de lugares do Brasil mas com foco no Rio, por assim dizer. No encerramento normal, percebe-se uma notícia em português colada num muro e também fotos de lugares mais “simples” do Brasil. No trailer 1 oficial do site do anime, também toca um instrumental que é nada mais nada menos que um samba. Há outras provas pra mostrar que podemos considerar o lugar como o Brasil, tudo espalhado durante o anime, como os orelhões e as calçadas com imagens arredondadas e onduladas. No site oficial podemos encontrar um mapa do Brasil onde podemos ver fotos reais de São Luis, Olinda, Recife, Barreiras e Rio de Janeiro.

Voltando rapidamente ao tema polêmico da imagem do Brasil ao mundo afora, o anime é considerado muito bom por quem assiste, recebendo grandes notas e críticas positivas, e dizem até que o Japão pegou o que nós falamos de ruim e fizeram uma história de qualidade. Não podemos reclamar, temos grandes filmes brasileiros assim, como Tropa de Elite e Cidade de Deus, que se aproveitam do lado negativo e fazem histórias de sucesso. Então fica a dica para quem sempre teve a curiosidade de como seria um anime do gênero.

~Postagem originalmente publicada no portal Kokyo em 19 de novembro de 2012~

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Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.