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21 março 2026

[RASCUNHO] Freediver: Triton Down (jogo)

 FREEDIVER: Triton Down.

Jogo de realidade virtual onde você acorda em um navio afundando. O objetivo é sair dali. Antes disso tem toda uma "intro" explorando uma caverna no fundo do mar e encontrando uma criatura.
Terror psicológico. Não tem bichos te atacando nem sustos do nada (o que é ótimo), mas tem oxigênio acabando, locais escuros, sons suspeitos e cadáveres boiando.
Tem que resolver puzzles, tudo dentro da lógica do ambiente (exemplos: encontrar algo pra quebrar um cadeado, procurar um caminho alternativo pra chegar até certo local, mexer em algumas válvulas, coisas assim [na verdade é praticamente isso mesmo {rs}, salvo casos]).
O jogo é relativamente curto. Demorei pouco mais de duas horas, mas tem gente que em uma hora completa. E aqui vem uma descoberta. Joguei a versão de Quest 2, que é extendida. Descobri que a versão da Steam é a antiga.
Procurei uma gameplay e notei algumas diferenças. A nova versão (que joguei) possui um gráfico inferior, porém tem mais desafios, ambiente mais escuro e alguns elementos alterados (como a lanterna no lugar dos bastões luminosos). Talvez confira futuramente a outra.
Só sei que terminei o jogo e, ao tirar o óculos, me senti nadando pela casa querendo mexer os braços como se ainda estivesse no navio (kk). O movimento já tava automático.

[RASCUNHO] Pools VR (jogo)

 Pools VR

Pools VR enfim completado. O jogo é bem interessante. Consegue causar medo, incômodo, estranheza, só com espaços liminares, luzes e água. Não tem bicho vindo pra cima de você, mas tem sons estranhos e movimentações suspeitas. O jogo brinca com diferentes fobias. São ambientes fechados com grandes piscinas cujo chão pode ou não ser visível, túneis que levam a lugares escuros, longos tobogãs que causam receio de ter algo ao fim deles, manequins humanos, esculturas gigantescas, construções que atravessam paredes, etc.
Que sensação esquisita esse jogo consegue causar. Em realidade virtual aumenta mais ainda a experiência. Dá vontade de apreciar os cenários, ainda mais conforme avança a gameplay. Mas constantemente vem a precaução do que pode estar à espreita na escuridão, mesmo sabendo que jump scare aqui é no máximo dar de cara com um pato de borracha ao virar rapidamente o corredor. Não adianta, o cérebro insiste em dizer que tem algo ali (o que de repente até pode ter, mas dificilmente é visível).
Eu já tinha jogado antes, mas não conseguia prosseguir. Meu note travava. Agora com atualizações do jogo e de drivers, enfim consegui. E como comentei hoje, isso aqui daria um curioso filme.

Sobre Mim

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Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.