~Publicado originalmente em redes sociais~
Lifi: Uma Galinha na Selva
Sacanagem, me disseram que era uma animação infantil, terminei com a mão na cabeça surpreso com o que ousaram mostrar :( Vendido como infantil, mas de infantil mesmo só algumas cenas, porque acontece cada coisa...
Desde a capa o longa me chamou a atenção, e realmente, o traço da animação é bem atraente. O título brasileiro é equivocado e nada chamativo, só reforça a impressão de algo infantil. Me surpreendi com tanta gente falando bem do filme e pensei "Não deve ser tão infantil assim não, tem algo nisso". Quando descobri que tinham censurado o final, o pensamento ficou mais claro ainda. Daí começo a ver e fica claro que realmente não é tão infantil assim, afinal, há mortes, há o ciclo natural da vida (um animal come o outro), tem umas poucas cenas onde mostram sangue (mas tem), até bicho cagando aparece, e já começamos vendo os ovos saindo das galinhas haha É muito difícil vermos animações infantis mostrarem essas coisas, são poucas.
A história da galinha que foge do galinheiro e adota um patinho órfão é pra cativar qualquer um, não importa a idade. Como a sinopse diz, os pais desse patinho morrem com o ataque de uma doninha, mas isso não acontece de imediato no filme, ainda tem muita coisa antes. Passado todas essas tragédias, acompanhamos o crescimento do pato e a adaptação da galinha aos novos ambientes.
Sobre a censura e o final, vou por parte. Pelo que soube a censura ocorreu em algumas mídias, mas não sei o critério usado, porque a versão que vi tinha o final original, e vi dublado mesmo. Que final forte. Não tava preparado pro que fizeram. Mesmo com tudo o que mostraram, não acreditava que realmente fariam aquilo. Voltando a censura, vi a tal versão pela internet. Tentaram deixar o ambiente mais alegre cortando toda a cena "controversa". Realmente o original é bem forte pra uma criança, mas não sei se devia haver uma censura. Sim, é pesado, pra caramba, mas faz todo sentido dentro da trama, é um encerramento perfeito pro ambiente que o filme criou.
Nota 10
Aqui publico matérias que escrevi ao longo dos anos para sites e blogs e também rascunhos de publicações e outras aleatoriedades. Um espaço pessoal para textos diversos. Espero que gostem.
25 janeiro 2016
19 janeiro 2016
[RASCUNHO] Assim na Terra Como no Inferno
~Publicado originalmente em redes sociais~
Quando o filme chegou por aqui, li o título "Assim na Terra Como no Inferno" e quis passar bem longe. Com esse nome e uma capa vermelha com a torre Eiffel de ponta-cabeça, parecia um filme barato de terror que serve só pra assustar. Porém acabei lendo comentários na internet de gente dizendo que o título era "sensacionalista", apelativo, feito apenas pra atrair público (ou manter longe, como foi meu caso). Só que, mesmo com isso, li comentários negativos dizendo como o filme era ruim. Logo deduzi que muitos que viam estavam "vendo o filme de forma errada" e decidi conferir. Pra começar, é um filme "câmera na mão", ou seja, já foi feito pra um público restrito. Outra é que ele não é bem um terror, e sim um suspense. Sobre o título, é apenas um trocadilho ruim, mas não foge da proposta do filme.
Sem enrolações, o filme já começa com uma arqueóloga procurando um objeto, depois se apresentando e explicando a situação pra câmera ("filmando um documentário") e logo depois já parte em busca de ajuda pra encontrar a "pedra filosofal", para assim entrar nas catacumbas parisienses onde a maior parte do filme se passa. O que já possuía um clima dinâmico antes de entrarem no subterrâneo, coisa que diversos filmes do gênero não sabem fazer e gravam meia hora de cenas desnecessárias, logo é tomado por tensão quando finalmente entram.
O que se passa nessas cavernas labirínticas é o medo. Claustrofóbico para alguns, cada vez mais os arqueólogos vão entrando na caverna. Mais e mais. Eles encontram coisas, ouvem barulhos, há um clima de terror no ar. Tudo segue de forma bem realista até certo momento, pois depois o filme começa a inserir suas "fantasias". Como não sabia muito o que esperar, pensei que o filme começaria a se perder ali, a entrar na mesmice, mas não, continuou interessante. Os acontecimentos que se seguem não entrarei em detalhes para não estragar as surpresas. A última meia hora é mais 'assustadora', é o momento que o filme já apresentou as coisas, já fez seu suspense, então tava na hora de soltar tudo e deixar o inferno rolar (desculpe o trocadilho). É tb a parte mais tensa do filme (sim, a tensão não para, aumenta cada vez mais). Gostei de ter bem poucas cenas de susto, de não ficarem forçando isso que nem muitos filmes do gênero fazem e que considero ridículo, mas ainda assim não precisava aumentar o áudio absurdamente nesses momentos Acertaram de um lado, erraram do outro. O final é agradável, só por ter fugido do clichê já valeu. Sério, o fato de terem encerrado daquele jeito foi muito gratificante. Aquela sensação de tempo perdido não existe nesse filme.
Quando o filme chegou por aqui, li o título "Assim na Terra Como no Inferno" e quis passar bem longe. Com esse nome e uma capa vermelha com a torre Eiffel de ponta-cabeça, parecia um filme barato de terror que serve só pra assustar. Porém acabei lendo comentários na internet de gente dizendo que o título era "sensacionalista", apelativo, feito apenas pra atrair público (ou manter longe, como foi meu caso). Só que, mesmo com isso, li comentários negativos dizendo como o filme era ruim. Logo deduzi que muitos que viam estavam "vendo o filme de forma errada" e decidi conferir. Pra começar, é um filme "câmera na mão", ou seja, já foi feito pra um público restrito. Outra é que ele não é bem um terror, e sim um suspense. Sobre o título, é apenas um trocadilho ruim, mas não foge da proposta do filme.
Sem enrolações, o filme já começa com uma arqueóloga procurando um objeto, depois se apresentando e explicando a situação pra câmera ("filmando um documentário") e logo depois já parte em busca de ajuda pra encontrar a "pedra filosofal", para assim entrar nas catacumbas parisienses onde a maior parte do filme se passa. O que já possuía um clima dinâmico antes de entrarem no subterrâneo, coisa que diversos filmes do gênero não sabem fazer e gravam meia hora de cenas desnecessárias, logo é tomado por tensão quando finalmente entram.
O que se passa nessas cavernas labirínticas é o medo. Claustrofóbico para alguns, cada vez mais os arqueólogos vão entrando na caverna. Mais e mais. Eles encontram coisas, ouvem barulhos, há um clima de terror no ar. Tudo segue de forma bem realista até certo momento, pois depois o filme começa a inserir suas "fantasias". Como não sabia muito o que esperar, pensei que o filme começaria a se perder ali, a entrar na mesmice, mas não, continuou interessante. Os acontecimentos que se seguem não entrarei em detalhes para não estragar as surpresas. A última meia hora é mais 'assustadora', é o momento que o filme já apresentou as coisas, já fez seu suspense, então tava na hora de soltar tudo e deixar o inferno rolar (desculpe o trocadilho). É tb a parte mais tensa do filme (sim, a tensão não para, aumenta cada vez mais). Gostei de ter bem poucas cenas de susto, de não ficarem forçando isso que nem muitos filmes do gênero fazem e que considero ridículo, mas ainda assim não precisava aumentar o áudio absurdamente nesses momentos Acertaram de um lado, erraram do outro. O final é agradável, só por ter fugido do clichê já valeu. Sério, o fato de terem encerrado daquele jeito foi muito gratificante. Aquela sensação de tempo perdido não existe nesse filme.
03 janeiro 2016
[RASCUNHO] Star Wars - Episódio VII: O Despertar da Força
~Publicado originalmente em redes sociais~
Na minha lista dos filmes mais esperados do ano, Star Wars estava em primeiro lugar. Tinha revisto os filmes essa semana pra relembrar de algumas coisas, só aumentou a vontade de ver logo o novo. A franquia voltando para uma nova geração, com novos personagens mas com a presença de alguns personagens antigos... o que poderia dar errado? Na verdade muita coisa hehe Mas felizmente digo que o filme não é bom, é excelente. A cada cena espetacular dava pra perceber que podiam fazer algo grandioso tão bom quanto os filmes antigos. Acabou o filme e senti como se tivessem ainda na metade. Relaxem, não darei spoiler.
O filme é sim um recomeço para a série, mas toda a história permanece intacta. Dá para tantos os fãs quanto os curiosos ou modinhas verem e curtirem. Só que há um porém: É um filme que mexe diretamente com os fãs, até porque né, Han Solo e Leia velhos, Chewbacca, Millennium Falcon... até a subtrama "Onde está Luke?", tudo se remete aos filmes antigos. Em contrapartida, por mais que eles roubem as cenas, o filme é dos personagens inéditos. Ora, até o vilão é novo. Por isso dá pra todos verem, mas só os fãs é que entenderão o real sentimento daquilo.
Assim como cada trilogia seguiu um estilo diferente, esse filme seguiu o seu mas se aproximando mais da trilogia antiga. Temos a essência Star Wars, mas numa versão modernizada. Difícil explicar. A diversão tá lá, o humor, a aventura, o drama, só que ao mesmo tempo soa como algo novo. Lembrei muito do Episódio IV em alguns pontos da história e na diversão, mas também do Episódio V nos momentos de seriedade.
A cena inicial é incrível, o que o vilão faz já deixa a expectativa passar dos limites. As cenas com sabre de luz também são um show a parte, todas ótimas. E, claro, as cenas com Han Solo e Chewbacca impactantes. Falando nos personagens, os antigos não tem muito o que esperar porque todo mundo já conhece, eles só tão mais velhos. Agora os novos são novidade (dã). Pra falar a verdade, o filme se foca mesmo nos dois novos protagonistas e no vilão, porque de resto, alguns tem seus momentos, outros chegam a aparecer mas não há desenvolvimento, o que acredito eu ser proposital, já que ainda teremos outros filmes nos próximos anos.
Mas então, eles são bons? Pros novos protagonistas, não revelarei nada porque tudo será spoiler, então só digo pra se prepararem pra surpresas. O robôzinho conquista o coração. Agora o vilão, muitos já viram ele sem máscara e sabem que não bota medo, mas com máscara tem moral. O cara dá ataque quando fica irritado. Pra mim isso foi curioso, porque ele é poderoso demais, mas sua fisionomia e atitudes o tornam uma piada, mas ao mesmo tempo as pessoas o temem porque se ele der ataque, ou ele comete as bobeiras dele (que podem envolver essas pessoas no meio) ou ele faz algo pra deixar marcado.
É isso. Evito falar mais (dava pra escrever um livro sobre rs) porque considero legal ver esse filme sabendo de poucas coisas, não muito além do que é mostrado nos trailers. Só aviso pra prepararem seus corações, até pra quem tá esperando certos acontecimentos, porque é sinistro, muito sinistro. Mas a pergunta que não quer calar: O que foi que aconteceu com o Jar Jar? Brincadeira (mentira, é sério, quero saber), a pergunta mesmo é: O que será que a franquia está nos escondendo? Por que sinto que terá revelações maiores futuramente. Ainda há muito o que contar sobre esses novos personagens. Sobre a colocação desse filme na franquia, ainda tenho minhas dúvidas, mas só deve perder mesmo pro Episódio V, talvez pro IV também, não sei, é algo que tentarei resolver futuramente. Não que isso importe, porque o filme é ótimo de qualquer jeito.
[Obs.: 3D bem legal em alguns momentos]
Nota 10
Na minha lista dos filmes mais esperados do ano, Star Wars estava em primeiro lugar. Tinha revisto os filmes essa semana pra relembrar de algumas coisas, só aumentou a vontade de ver logo o novo. A franquia voltando para uma nova geração, com novos personagens mas com a presença de alguns personagens antigos... o que poderia dar errado? Na verdade muita coisa hehe Mas felizmente digo que o filme não é bom, é excelente. A cada cena espetacular dava pra perceber que podiam fazer algo grandioso tão bom quanto os filmes antigos. Acabou o filme e senti como se tivessem ainda na metade. Relaxem, não darei spoiler.
O filme é sim um recomeço para a série, mas toda a história permanece intacta. Dá para tantos os fãs quanto os curiosos ou modinhas verem e curtirem. Só que há um porém: É um filme que mexe diretamente com os fãs, até porque né, Han Solo e Leia velhos, Chewbacca, Millennium Falcon... até a subtrama "Onde está Luke?", tudo se remete aos filmes antigos. Em contrapartida, por mais que eles roubem as cenas, o filme é dos personagens inéditos. Ora, até o vilão é novo. Por isso dá pra todos verem, mas só os fãs é que entenderão o real sentimento daquilo.
Assim como cada trilogia seguiu um estilo diferente, esse filme seguiu o seu mas se aproximando mais da trilogia antiga. Temos a essência Star Wars, mas numa versão modernizada. Difícil explicar. A diversão tá lá, o humor, a aventura, o drama, só que ao mesmo tempo soa como algo novo. Lembrei muito do Episódio IV em alguns pontos da história e na diversão, mas também do Episódio V nos momentos de seriedade.
A cena inicial é incrível, o que o vilão faz já deixa a expectativa passar dos limites. As cenas com sabre de luz também são um show a parte, todas ótimas. E, claro, as cenas com Han Solo e Chewbacca impactantes. Falando nos personagens, os antigos não tem muito o que esperar porque todo mundo já conhece, eles só tão mais velhos. Agora os novos são novidade (dã). Pra falar a verdade, o filme se foca mesmo nos dois novos protagonistas e no vilão, porque de resto, alguns tem seus momentos, outros chegam a aparecer mas não há desenvolvimento, o que acredito eu ser proposital, já que ainda teremos outros filmes nos próximos anos.
Mas então, eles são bons? Pros novos protagonistas, não revelarei nada porque tudo será spoiler, então só digo pra se prepararem pra surpresas. O robôzinho conquista o coração. Agora o vilão, muitos já viram ele sem máscara e sabem que não bota medo, mas com máscara tem moral. O cara dá ataque quando fica irritado. Pra mim isso foi curioso, porque ele é poderoso demais, mas sua fisionomia e atitudes o tornam uma piada, mas ao mesmo tempo as pessoas o temem porque se ele der ataque, ou ele comete as bobeiras dele (que podem envolver essas pessoas no meio) ou ele faz algo pra deixar marcado.
É isso. Evito falar mais (dava pra escrever um livro sobre rs) porque considero legal ver esse filme sabendo de poucas coisas, não muito além do que é mostrado nos trailers. Só aviso pra prepararem seus corações, até pra quem tá esperando certos acontecimentos, porque é sinistro, muito sinistro. Mas a pergunta que não quer calar: O que foi que aconteceu com o Jar Jar? Brincadeira (mentira, é sério, quero saber), a pergunta mesmo é: O que será que a franquia está nos escondendo? Por que sinto que terá revelações maiores futuramente. Ainda há muito o que contar sobre esses novos personagens. Sobre a colocação desse filme na franquia, ainda tenho minhas dúvidas, mas só deve perder mesmo pro Episódio V, talvez pro IV também, não sei, é algo que tentarei resolver futuramente. Não que isso importe, porque o filme é ótimo de qualquer jeito.
[Obs.: 3D bem legal em alguns momentos]
Nota 10
23 novembro 2015
[RASCUNHO] Prophecy (mangá)
~Publicado originalmente em redes sociais~
Prophecy (Yokokuhan)
Mangá em 3 volumes que conta a história do "Homem-Jornal", que pune pessoas que fizeram o mal, e a Polícia Cibernética, que tenta capturá-lo. De início a premissa lembra um pouco Death Note, um cara que quer fazer justiça com as próprias mãos, a polícia que tá atrás dele mas nunca consegue capturá-lo, mas fica por aí mesmo. Prophecy é mais realístico, mais moderno. Temos a presença da internet na história. O justiceiro anuncia seus ataques por stream e realmente vai ao local e realiza os ataques pessoalmente.
Embora o mangá tenha sido aclamado, alguns dizendo que toda a história é excelente, etc, pra mim foi sim uma história muito boa até, mas não excelente, e a cada volume a história ia "enfraquecendo". Não, não foi ruim, pelo contrário, foi muito boa, mas o primeiro volume gerou todo aquele clima grandioso com o(s) Jornal anunciando os ataques, a polícia desesperada... O segundo isso já tava estabelecido, então foi basicamente a polícia tentando capturá-los enquanto tentava desvendar as identidades. O terceiro mostra as consequências do que ocorreu no final do segundo, que leva ao final "inesperado". Final esse que é uma mistura de "é só isso?" com "pensando bem...".
Legal é que a própria hq mostra os pensamentos da população, que estão o tempo todo interagindo através das redes sociais, então temos os mais diversos tipos de comentários, mas principalmente os maldosos e também de pessoas que só querem ver o 'circo pegar fogo'. A hq também passa uma imagem bem negativa da mídia, como totalmente manipuladora e sensacionalista, e não é bem assim na vida real, embora haja, e muito. Mas as coisas não ficam só em cima da mídia, vai além. Temos indagações sobre a internet ser segura ou não e também da justiça, dos ideais, mas isso já era de se esperar, não? Recomendo. Descobri que esse ano lançaram um live-action e um drama adaptando o mangá.
Prophecy (Yokokuhan)
Mangá em 3 volumes que conta a história do "Homem-Jornal", que pune pessoas que fizeram o mal, e a Polícia Cibernética, que tenta capturá-lo. De início a premissa lembra um pouco Death Note, um cara que quer fazer justiça com as próprias mãos, a polícia que tá atrás dele mas nunca consegue capturá-lo, mas fica por aí mesmo. Prophecy é mais realístico, mais moderno. Temos a presença da internet na história. O justiceiro anuncia seus ataques por stream e realmente vai ao local e realiza os ataques pessoalmente.
Embora o mangá tenha sido aclamado, alguns dizendo que toda a história é excelente, etc, pra mim foi sim uma história muito boa até, mas não excelente, e a cada volume a história ia "enfraquecendo". Não, não foi ruim, pelo contrário, foi muito boa, mas o primeiro volume gerou todo aquele clima grandioso com o(s) Jornal anunciando os ataques, a polícia desesperada... O segundo isso já tava estabelecido, então foi basicamente a polícia tentando capturá-los enquanto tentava desvendar as identidades. O terceiro mostra as consequências do que ocorreu no final do segundo, que leva ao final "inesperado". Final esse que é uma mistura de "é só isso?" com "pensando bem...".
Legal é que a própria hq mostra os pensamentos da população, que estão o tempo todo interagindo através das redes sociais, então temos os mais diversos tipos de comentários, mas principalmente os maldosos e também de pessoas que só querem ver o 'circo pegar fogo'. A hq também passa uma imagem bem negativa da mídia, como totalmente manipuladora e sensacionalista, e não é bem assim na vida real, embora haja, e muito. Mas as coisas não ficam só em cima da mídia, vai além. Temos indagações sobre a internet ser segura ou não e também da justiça, dos ideais, mas isso já era de se esperar, não? Recomendo. Descobri que esse ano lançaram um live-action e um drama adaptando o mangá.
19 novembro 2015
[RASCUNHO] Jogos Vorazes: A Esperança - O Final
~Publicado originalmente em redes sociais~
Jogos Vorazes chega a seu possível último filme com "A Esperança - O Final" (título bem ruinzinho por sinal, um "Parte 2" já tava de bom grado, mas pelo menos não foi que nem Amanhecer: "Parte 2 - O Final"). Depois de um filme que dividiu opiniões e foi considerado o mais fraco da franquia, tanto por crítica quanto por público, chega mais um filme que dividiu opiniões. Nessa onda desnecessária de divisão em duas partes, o último longa do Tordo começa de onde o anterior parou pra por um fim a toda aquela história. É um bom filme, mas não compensa tal divisão.
Parte do filme possui o mesmo clima da Parte 1, só que menos monótono. Katniss para no tempo e continua aquela garota que sofre por tudo, que é boazinha com todo mundo, mesmo que tentem matá-la. Ela continua sendo manipulada e usada pelos rebeldes, mas nem liga para isso, já que tudo o que quer é matar o Snow, ou simplesmente que alguém a mate antes. Logo o esquema da Parte 1 se repete: Umas cenas de ação aqui e ali, vários diálogos, cenas silenciosas, etc. As coisas melhoram quando Katniss se revolta e vai pro campo de batalha. FINALMENTE! Mas como nem tudo são flores, decidem aumentar as cenas do chato triângulo amoroso. Se bem que é o último filme, dá pra entender, tem que resolver de uma vez.
Outro ponto é que Katniss vira uma mera personagem longe dos campos de batalha mesmo quando tá no próprio campo de batalha. Ela é obrigada a ficar onde está, enquanto a guerra rola bem na sua frente. Porém, como esperado, em diversos momentos as coisas saem do controle e ela acaba entrando em meio ao fogo cruzado. É lutar, fugir e sobreviver. Os Jogos Vorazes acabaram, mas os perigos parecem sair das arenas para ocorrerem nas ruas evacuadas da Capital, repletos de armadilhas das mais sinistras. Quanto mais perto do Snow, mais perigoso fica.
Uma das cenas mais tensa ocorre no esgoto, que também é de longe a mais viajada, se tornando estranha até mesmo pro universo criado ali. Mas é tão boa que dá pra relevar esse detalhe. Outra é logo depois dessa, dando pouco espaço para descanso.
O clímax que todos esperamos não é o ponto forte da trama, mas não darei spoiler. Enquanto alguns acontecimentos acompanhamos em detalhes, outros até mais importantes simplesmente são pulados ou mostrados de longe, o que pode incomodar alguns. Apesar das reviravoltas, tais revelações não surpreendem, mas garantem ótimos momentos, se tornando mais interessantes.
Uma das cenas que menos gostei foi o encerramento. Achei bobo, clichê, chato. Talvez o mesmo acontecimento mas desenvolvido de outra forma poderia ter ficado bem melhor. Tudo bem, depois de tudo o que aconteceu vir aquilo, ok, mas soou tão forçado e artificial...
A Esperança O Final pode não ser melhor que Jogos Vorazes e E Chamas, mas é melhor que sua primeira parte, que considero um bom filme porém arrastado demais, falho em equilibrar seus momentos. Aqui temos os mesmos elementos do anterior só que melhorados, agora com muito mais ação. As cenas vão se tornando cada vez mais grandiosas a cada momento. Os diálogos continuam ótimos.
~3D fraquíssimo~
~Povo do cinema gritava direto~
Nota 8/10
Jogos Vorazes chega a seu possível último filme com "A Esperança - O Final" (título bem ruinzinho por sinal, um "Parte 2" já tava de bom grado, mas pelo menos não foi que nem Amanhecer: "Parte 2 - O Final"). Depois de um filme que dividiu opiniões e foi considerado o mais fraco da franquia, tanto por crítica quanto por público, chega mais um filme que dividiu opiniões. Nessa onda desnecessária de divisão em duas partes, o último longa do Tordo começa de onde o anterior parou pra por um fim a toda aquela história. É um bom filme, mas não compensa tal divisão.
Parte do filme possui o mesmo clima da Parte 1, só que menos monótono. Katniss para no tempo e continua aquela garota que sofre por tudo, que é boazinha com todo mundo, mesmo que tentem matá-la. Ela continua sendo manipulada e usada pelos rebeldes, mas nem liga para isso, já que tudo o que quer é matar o Snow, ou simplesmente que alguém a mate antes. Logo o esquema da Parte 1 se repete: Umas cenas de ação aqui e ali, vários diálogos, cenas silenciosas, etc. As coisas melhoram quando Katniss se revolta e vai pro campo de batalha. FINALMENTE! Mas como nem tudo são flores, decidem aumentar as cenas do chato triângulo amoroso. Se bem que é o último filme, dá pra entender, tem que resolver de uma vez.
Outro ponto é que Katniss vira uma mera personagem longe dos campos de batalha mesmo quando tá no próprio campo de batalha. Ela é obrigada a ficar onde está, enquanto a guerra rola bem na sua frente. Porém, como esperado, em diversos momentos as coisas saem do controle e ela acaba entrando em meio ao fogo cruzado. É lutar, fugir e sobreviver. Os Jogos Vorazes acabaram, mas os perigos parecem sair das arenas para ocorrerem nas ruas evacuadas da Capital, repletos de armadilhas das mais sinistras. Quanto mais perto do Snow, mais perigoso fica.
Uma das cenas mais tensa ocorre no esgoto, que também é de longe a mais viajada, se tornando estranha até mesmo pro universo criado ali. Mas é tão boa que dá pra relevar esse detalhe. Outra é logo depois dessa, dando pouco espaço para descanso.
O clímax que todos esperamos não é o ponto forte da trama, mas não darei spoiler. Enquanto alguns acontecimentos acompanhamos em detalhes, outros até mais importantes simplesmente são pulados ou mostrados de longe, o que pode incomodar alguns. Apesar das reviravoltas, tais revelações não surpreendem, mas garantem ótimos momentos, se tornando mais interessantes.
Uma das cenas que menos gostei foi o encerramento. Achei bobo, clichê, chato. Talvez o mesmo acontecimento mas desenvolvido de outra forma poderia ter ficado bem melhor. Tudo bem, depois de tudo o que aconteceu vir aquilo, ok, mas soou tão forçado e artificial...
A Esperança O Final pode não ser melhor que Jogos Vorazes e E Chamas, mas é melhor que sua primeira parte, que considero um bom filme porém arrastado demais, falho em equilibrar seus momentos. Aqui temos os mesmos elementos do anterior só que melhorados, agora com muito mais ação. As cenas vão se tornando cada vez mais grandiosas a cada momento. Os diálogos continuam ótimos.
~3D fraquíssimo~
~Povo do cinema gritava direto~
Nota 8/10
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Sobre Mim
- Lucas
- Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.

