Trabalho de produção textual na faculdade.
Escrito por Lucas Cardozo com a ajuda de Gabriel Henrique e Lucas Chevi.
Baseado em fatos reais
Primeiramente quero deixar claro que não uso drogas e não gosto de
fazer apologia a elas. Drogas fazem mal a saúde, mas isso todo mundo já
sabe, é clichê, é ultrapassado, mas infelizmente é real porém ignorado.
Mas vamos ao que interessa!
A professora passou um trabalho
onde o aluno deveria escrever uma crônica (é o que estou fazendo aqui).
Inicialmente, era apenas para quem não fez o trabalho anterior, que era
sobre paródia e intertextualidade, mas
acabou que, mesmo para quem fez, o trabalho ficou válido. Não pense que
eu vou ganhar mais pontos,já que não fiz o trabalho de
intertextualidade, só o de paródia. Falando em paródia, soou uma falta
de criatividade, onde parodiei uma música de Little Richards, também
cantada por Elvis Presley, chamada Tutti Frutti. O assunto, pasmem, foi
sobre criar uma paródia relacionada a português, em proveito da aula em
questão. Me perdoe Elvis e Little por estragar a música fazendo
trocadilhos que nem o Carlos Alberto de Nobrega aguentaria. A propósito,
Carzalbé, me contrata.Não invoquei nenhum "prassódia". Mas enfim, vamos
ao que interessa. De novo? Com licença, pensei que a crônica era minha.
Fui até perguntar para a professora como se escrevia "licença". Maldita
internet!
Sentado na carteira, na universidade, penso no que
dizer na crônica, enquanto escrevo sobre o que pensar em escrever na
crônica. Falta de criatividade? Acredite, não, pior que a paródia não
fica. Observo as pessoas ao redor. A professora disse que, (espera que
alguém passou na minha frente), [prosseguindo], podíamos ir para fora da
sala observar o que acontece ao nosso redor para nos inspirar para a
crônica.
Enquanto a professora fala sobre o caso do rato na
Coca-Cola, termino essa crônica totalmente baseada (sem drogas) em fatos
reais. Não reclame do sentido desta crônica, afinal "fatos reais" é um
grande pleonasmo, não? Achou o final feio, o problema é meu, seu também,
mas sou eu que estou escrevendo, então quem manda nessa crônica sou eu.
Por Aslam e por Nárnia!
Aqui publico matérias que escrevi ao longo dos anos para sites e blogs e também rascunhos de publicações e outras aleatoriedades. Um espaço pessoal para textos diversos. Espero que gostem.
07 novembro 2013
Tarde Demais (texto)
Redação feita na faculdade
Por Lucas Cardozo, Lucas Chevi e Gabriel Henrique
TARDE DEMAIS...
A chuva bate na janela. O tempo está completamente fechado. Momento perfeito para me afogar nas mágoas. Chuva, sinônimo de tristeza. Onde está ela? Ou seria... Onde ela está? Que se dane isso, não estou com pensamentos bons para me preocupar. Eu, um garoto feio, um jovem promíscuo, que apesar de minhas espinhas, sou bonito por dentro. Eu sei que eu sou. Eu sei!
A aula começa e ela não chega. A angústia me consome. Ninguém vem falar comigo. Me perco novamente nas minhas lembranças. Lembro de todos os momentos ruins que tive na escola. As pessoas mexiam comigo, faziam brincadeiras de mau gosto, chegaram a me agredir. Não agüento mais isso. Estou preso nesta sala com vários derrotados, pessoas insignificantes que mereciam morrer lenta e cruelmente. Cansei destas pessoas. Realmente cansei, não dá mais pra agüentar.
Sozinho neste mundo, ignorado pelas pessoas, até mesmo pela minha própria família, tento sobreviver a cruel realidade. Minha fé está fraca. O que me motiva é ela, aquela garota, bela como uma deusa. Seu cabelo loiro como ouro, seus olhos castanhos claro irradiantes, olhos esses puxadinhos que me atraem tanto. Meu Deus, como ela é bela.
Ates de sair de casa, peguei a pistola, um revólver calibre .38, pertencente ao meu pai, que é um taxista muito prevenido, e coloquei em minha mochila. Agora na sala, penso seriamente em pegá-la. Ela ainda não chegou. Talvez assim seja melhor, já que ela não vai presenciar minha morte.
Abro a mochila. Pego a arma. A sala está cheia, apesar do tempo fechado. Todos olham para mim, com olhares fixados, olhares de medo. Vou para frente da sala. Aponto a arma para minha cabeça. Em meio a murmúrios, digo em voz alta: “Vou me matar!”. Todos olham em pânico para mim, não há reação. Alguém me pergunta “Você é louco?”, outra exclama “Não faça isso!”. Não ligo para o que dizem, minha mente não está mais ali. Então, começo meu discurso: “Durante anos fui torturado, humilhado, rejeitado, tratado como lixo. Hoje acaba isso!”.
No momento em que vou atirar, a porta se abre. Ela aparece. Tomo um susto e atiro. Vejo ela caindo, seu sangue escorre por seu corpo. Percebo que atirei nela. Não! Não pode ser! Não posso ter matado ela. Corro sem sua direção e abaixo. A pego em meus braços. No momento de loucura, digo que a amo. Ela assustada, com uma voz fraca, diz “Eu te amo também”. Não suporto. Não posso conviver com mais uma tragédia. Pego a arma e aponto para minha cabeça, a vejo no chão parada, como se estivesse morta. Sem pensar, atiro. Sinto uma dor profunda. Meu corpo está fraco, percebo que este é o fim. Meus olhos começam a se fechar lentamente. Ouço um grito. Um “Não!” desesperado. Era ela gritando, ela estava viva. Tarde demais...
Por Lucas Cardozo, Lucas Chevi e Gabriel Henrique
TARDE DEMAIS...
A chuva bate na janela. O tempo está completamente fechado. Momento perfeito para me afogar nas mágoas. Chuva, sinônimo de tristeza. Onde está ela? Ou seria... Onde ela está? Que se dane isso, não estou com pensamentos bons para me preocupar. Eu, um garoto feio, um jovem promíscuo, que apesar de minhas espinhas, sou bonito por dentro. Eu sei que eu sou. Eu sei!
A aula começa e ela não chega. A angústia me consome. Ninguém vem falar comigo. Me perco novamente nas minhas lembranças. Lembro de todos os momentos ruins que tive na escola. As pessoas mexiam comigo, faziam brincadeiras de mau gosto, chegaram a me agredir. Não agüento mais isso. Estou preso nesta sala com vários derrotados, pessoas insignificantes que mereciam morrer lenta e cruelmente. Cansei destas pessoas. Realmente cansei, não dá mais pra agüentar.
Sozinho neste mundo, ignorado pelas pessoas, até mesmo pela minha própria família, tento sobreviver a cruel realidade. Minha fé está fraca. O que me motiva é ela, aquela garota, bela como uma deusa. Seu cabelo loiro como ouro, seus olhos castanhos claro irradiantes, olhos esses puxadinhos que me atraem tanto. Meu Deus, como ela é bela.
Ates de sair de casa, peguei a pistola, um revólver calibre .38, pertencente ao meu pai, que é um taxista muito prevenido, e coloquei em minha mochila. Agora na sala, penso seriamente em pegá-la. Ela ainda não chegou. Talvez assim seja melhor, já que ela não vai presenciar minha morte.
Abro a mochila. Pego a arma. A sala está cheia, apesar do tempo fechado. Todos olham para mim, com olhares fixados, olhares de medo. Vou para frente da sala. Aponto a arma para minha cabeça. Em meio a murmúrios, digo em voz alta: “Vou me matar!”. Todos olham em pânico para mim, não há reação. Alguém me pergunta “Você é louco?”, outra exclama “Não faça isso!”. Não ligo para o que dizem, minha mente não está mais ali. Então, começo meu discurso: “Durante anos fui torturado, humilhado, rejeitado, tratado como lixo. Hoje acaba isso!”.
No momento em que vou atirar, a porta se abre. Ela aparece. Tomo um susto e atiro. Vejo ela caindo, seu sangue escorre por seu corpo. Percebo que atirei nela. Não! Não pode ser! Não posso ter matado ela. Corro sem sua direção e abaixo. A pego em meus braços. No momento de loucura, digo que a amo. Ela assustada, com uma voz fraca, diz “Eu te amo também”. Não suporto. Não posso conviver com mais uma tragédia. Pego a arma e aponto para minha cabeça, a vejo no chão parada, como se estivesse morta. Sem pensar, atiro. Sinto uma dor profunda. Meu corpo está fraco, percebo que este é o fim. Meus olhos começam a se fechar lentamente. Ouço um grito. Um “Não!” desesperado. Era ela gritando, ela estava viva. Tarde demais...
04 novembro 2013
Confira os vencedores do YouTube Music Awards
Vídeo do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=wq7ftOZBy0E
Artista do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=ab9176Srb5Y
Vídeo Resposta do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=aE2GCa-_nyU
Fenômeno do Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=WcM14Al83Ls
Revelação do Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=2zNSgSzhBfM
Inovação do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=m6FepyR0KuE
http://www.youtube.com/watch?v=wq7ftOZBy0E
Artista do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=ab9176Srb5Y
Vídeo Resposta do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=aE2GCa-_nyU
Fenômeno do Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=WcM14Al83Ls
Revelação do Youtube
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Inovação do Ano
http://www.youtube.com/watch?v=m6FepyR0KuE
24 outubro 2013
Biscoito ou bolacha?
De acordo com a Wikipédia, "Biscoito (do latim biscoctu, que significa "cozido duas vezes") é um produto de doçaria confecionado à base de farinha, açúcar e um emulsionante, que pode ser leite ou uma gordura." e "A bolacha (variação do termo biscoito) é um alimento seco, de formato achatado, feito principalmente com massa de farinha ou de nozes moídas.".
A PUC de São Paulo escreveu uma matéria, onde no primeiro parágrafo responde a diferença: "Bolacha ou Biscoito? A diferença entre os termos está na maneira do preparo. Ambos são feitos com massa de farinha de qualquer cereal, com ou sem açúcar, gordura ou levedura. Normalmente as bolachas são secas, enquanto os biscoitos podem ser secos ou úmidos. Apesar da pluralidade em seus formatos, as bolachas distinguem-se dos biscoitos por estes raramente serem planos."
A PUC de São Paulo escreveu uma matéria, onde no primeiro parágrafo responde a diferença: "Bolacha ou Biscoito? A diferença entre os termos está na maneira do preparo. Ambos são feitos com massa de farinha de qualquer cereal, com ou sem açúcar, gordura ou levedura. Normalmente as bolachas são secas, enquanto os biscoitos podem ser secos ou úmidos. Apesar da pluralidade em seus formatos, as bolachas distinguem-se dos biscoitos por estes raramente serem planos."
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Sobre Mim
- Lucas
- Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.