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21 novembro 2024

[IDEIA DE HISTÓRIA] Coerência com O Predestinado

  Estou "desistindo" de me tornar escritor, então estou compartilhando minhas ideias para quem quiser aproveitar. Gostaria que, aqueles que se sentirem inspirados, dessem algum crédito.

Ideia original: Misturar elementos dos filmes Coerência e O Predestinado.

Noite. O protagonista chega na casa de um amigo após seu trabalho secreto de agente viajante do tempo. Outros o esperam para a confraternização. Ele deixa sua mala no canto da sala, perto da porta. Na mala, há um dispositivo que permite viajar no tempo.

Amigos reunidos. Alguns são casais, outros não. Um casal tem uma filha adolescente. Algo estranho acontece, as luzes piscam. Um vai ao banheiro, outro sai para fumar, e ao retornarem, algo de estranho está no ar. Não são os mesmos amigos, mas são as mesmas pessoas, só que supostamente de universos paralelos. Tiros então são ouvidos após alguns minutos. Todos se assustam. O protagonista vai ao banheiro para investigar com a premissa de sair dali, mas percebe que a mala ficou na sala, e o aparelho está lá. Ao voltar, ele também vai parar em outro ambiente incrivelmente semelhante, mas há uma mulher a mais que ele não reconhece e a adolescente sumiu. Ele repara que a mulher lembra muito a adolescente. Ele tenta pegar a mala, mas a mulher tenta impedir. Os dois se resolvem e ele descobre que ela também é uma agente viajante do tempo.

Supondo ser uma anomalia temporal, eles tentam acessar a central, o local de trabalho deles, mas o aparelho dá defeito e eles voltam décadas no passado, mas cada um para uma realidade. Sem ter como voltar, o protagonista segue sua vida tentando dar um jeito de consertar o aparelho. Ele conhece uma mulher, exatamente igual a que estava com ele, mas não é ela (outro universo). Um clima cresce e eles acabam namorando e ela fica grávida de um menino. Durante esse período, o aparelho volta a funcionar e o protagonista vai para a central. Lá ele descobre que o caos tomou conta do local e tenta relatar o ocorrido ao seu chefe, que ele nunca havia visto, mas é recebido por forças policiais e foge do local.

A máquina acaba mandando o protagonista para um quarto. Ele sai e se depara com alguns dos amigos na mesa naquela mesma noite de confraternização. Ele se vê ali, sentado. Uma mulher, uma das amigas dele, chama seu outro eu de amor e pergunta quem era ele e se seu marido tinha um irmão gêmeo que nunca comentou. Duas crianças aparecem, parecendo versões jovens de dois outros amigos do protagonista. As crianças chamam o pai e perguntam o que está acontecendo. O protagonista vê que o homem também possui uma maleta e consegue se transportar a tempo antes do cara se levantar. 

Ao retornar para onde estava, no outro universo, o protagonista decide contar para sua mulher que é um agente temporal e explica o que ocorreu até ali e diz sobre seu outro eu e as crianças que pareciam seus amigos e etc. Ele se indaga o motivo dos seguranças atacarem ele. Sua mulher diz que tem algo para contar também e revela que já sabia dele ser um agente temporal, porque ela já foi também um dia, mas foi afastada após um acidente que ela não se lembra por ter afetado seu cérebro. Ela revela então que lembra apenas que já esteve em outro universo paralelo, mas ficou presa ali, e também que tinha um marido exatamente igual a ele e um filho também, mas não se lembra deles. Informações concedidas pela central.

O protagonista entra em estado de surpresa. Ela diz que eles tem que seguir em frente. Para isso, ela decide leva-lo a uma reunião de amigos de noite para ele fazer novos amigos. Chegando no local, ele reconhece a mesma casa. Ele começa a andar em outra direção e vê um grupo sendo observado por outras duas pessoas mais atrás. Um dos caras do grupo puxa uma arma e atira numas pessoas mais a frente. Com os tiros, eles correm até a casa. Lá estão os mesmos amigos. Uma pessoa volta do banheiro e pergunta o que tá acontecendo, até tentar beijar o marido e descobrir que ele não é seu marido. Um adolescente olha pro protagonista e ambos são parecidos. O protagonista entra em pânico e ativa seu aparelho. Ele está na casa dele agora, onde uma adolescente aparece o chamando de pai. Ele havia avançado no tempo. A mãe e ela haviam seguido a vida após o protagonista sumir e que a mãe está no trabalho no momento. Ele diz que ele tava esperando um menino, e ela ri dizendo que ele tava doido. Ele se indaga se está no mesmo universo ou um paralelo. O problema maior: Ela é exatamente igual a sua mulher. Mas isso ele pensa ser apenas coincidência.

Alguém bate na porta. Um homem, exatamente parecido com o protagonista, só que mais velho, diz que tem muito o que conversar e revela ser ser filho da garota. O protagonista vai ver e leva um choque. O namorado da garota então chega na casa, e é exatamente igual a outro amigo do protagonista. O protagonista fica confuso demais e pede um tempo para pensar.

Ao tentar entender toda a situação, sem contato com a central, os quatro vão para uma lanchonete. O protagonista e o cara que bateu na porta tentam formular teorias, enquanto os outros dois ficam perdidos no assunto. O namorado da filha diz que sua mãe está vindo e, ao chegar, o protagonista descobre que é sua mulher. Na verdade, ele pensa isso. Ela também estranha algo e então pergunta a ele sobre o dia na sala com os amigos e eles se reconhecem. A mulher diz que tentou entrar em contato com ele, mas como não conseguia nem sair daquela época, decidiu seguir a vida. Ela se casou com alguém igual a ele, teve uma filha e a filha mudou de sexo, se tornando homem. Era justamente o namorado da tal filha dele. Ele estranha a situação ao pensar em sua filha, já que ele tava esperando um filho. Durante a conversa, os dois acabam descobrindo que não são os mesmos que se conheciam, já que há diferenças sobre quem era casado com quem e quem era solteiro na festa.

A polícia da central identifica o protagonista e prende todos. Ao serem levados para a central, o protagonista é interrogado pelo chefe, que diz que a operação saiu do controle. O protagonista repara que os soldados se parecem com seus amigos e também que o próprio chefe lembra um deles. Ele tenta se focar em perguntar que operação é essa e o chefe pede desculpas e começa a explicar que o protagonista havia se dado mal numa operação onde ele teve sua identidade revelada para um terrorista. Para salva-lo, a central decidiu mudar seu sexo. Ele descobre então que era mulher. Ao ver os documentos altamente confidenciais com as provas da transição, ele repara que ele era exatamente igual a outra mulher que ele conheceu, que também era igual a sua esposa e a agente e etc. O choque é tanto que seu cérebro trava. A mudança de sexo foi opção dele, mas ele não se lembra. O chefe também revela os documentos da outra mulher, a agente, onde ela era um homem e o mesmo ocorreu. A missão dela era impedir que um traficante matasse um cientista que estava estudando a passagem de um cometa que causaria uma anomalia temporal. Atentado esse que já havia ocorrido, mas viajando no tempo poderia ser impedido.

Mas como explicar todos os demais, os amigos, os soldados, o chefe, todos serem parecidos? O chefe fala que os paradoxos de viagens temporais e universos paralelos foram causadores disso. E foi nisso que as coisas deram errado. A anomalia temporal abriu brechas para a transição de planos de realidade, sendo que eles não conseguiam fazer isso, apenas viajar no tempo. E quebrando regras de viagens no tempo, como entrar em contato direto com as pessoas que não deviam, só ajudou na confusão, já que, antes, a pessoa conseguia voltar no tempo e depois voltar para sua realidade, deixando aquela realidade alterada seguir seu rumo, mas agora a pessoa estava sendo direcionada a outras realidades a cada viagem. O protagonista então era um dos culpados, tanto por manter contato com pessoas fora de seu tempo quanto por ter ficado preso no passado e mudado o rumo das coisas.

O chefe continua explicando. A missão era para o protagonista proteger um cientista que estudava a passagem de um cometa que causaria a anomalia temporal. O chefe o acompanha a uma viagem no tempo, para o local do ocorrido. Eles veem de longe um grupo, todos iguais aos amigos do protagonista, incluindo ali alguém igual sua suposta filha e afins, mas em idade mais avançada (adulto). Antes que o chefe possa explicar, um deles pega uma arma e atira na versão do protagonista daquela época. O protagonista que está acompanhando de longe se revela, fazendo o chefe dizer droga e sair do local.

O protagonista luta contra o que está armado e a bala acaba atingindo a mulher. O cara que atirou diz que tem que parar toda aquela confusão matando a todos, mas é impedido pela mulher que era a agente. O cara fica louco e sai atirando em todos. Os amigos dele aparecem e ajudam nos tiros. O cientista que observava o cometa é atingido e é revelado como sendo uma versão do protagonista. O cientista acorda num hospital e é dito que ele sofreu uma perda de memória e que também terão que esconder ele devido ao grupo terrorista saber quem ele é. Ele não faz ideia de quem sejam, já que ele é novato no emprego. Ele decide pela mudança de sexo e vai viver uma nova vida. Ele, agora ela, conhece um cara igual a ele (mas ele não sabe que era ele, apenas estranha) e ambos tem um filho. O cara diz que tem que ir numa missão, já que ambos são agentes temporais.

A agora protagonista indaga sobre o ocorrido, tentando imaginar quem era aquela galera na confusão, mas deixa pra lá. Os anos passam e o filho cresce, ficando parecido com o chefe. De noite, a mãe viaja no tempo pra época da confraternização dos amigos e acaba ficando presa em outro universo na confusão. No outro universo, fuçando as coisas, o garoto descobre o aparelho de viagem no tempo do pai e vai parar na central. O chefe passa e descobre o garoto. Os dois se olham. Ele se desespera e percebe que há algo errado. O homem diz que vai trabalhar, mas não obtém resposta. Ele percebe que os dois sumiram e os aparelhos também. Voltando para o universo onde a mãe está, ela vai para a rua e encontra corpos. Ela pega um dos aparelhos de viagem no tempo e vai para a central. Na central, ela descobre que seu filho estava lá e que haviam pessoas iguais a seus amigos. O filho era o chefe. A mãe, protagonista, havia avançado no tempo. O filho diz que aprimorou tudo aquilo para poder impedir o paradoxo que estava ocorrendo, já que o homem que o adotou era exatamente igual a ele e também era um viajante do tempo. O estranho é que o chefe desse cara era outra pessoa, uma mulher, que é revelado ser parecido com outra amiga da protagonista.

Noite. Uma mulher, parecida com a chefe do outro cara, chega na casa de uma amiga após seu trabalho secreto de agente viajante do tempo. Ela sabe que é ilegal, mas mantém tudo sobre controle. Outros a esperam para a confraternização. Lá estão uma galera. As luzes piscam e o protagonista original sai do banheiro e revela seu aparelho de viagem no tempo.

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Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.