21 março 2026

[VER ONLINE] Quiet Apocalypse







[VER ONLINE] Backrooms - Found Footage (Kane Pixels)






Memoir of Murder e as confusões das traduções dos títulos dos filmes para o inglês

Em 2003 foi lançado o filme sul-coreano "Memories of Murder". Em 2017, os japoneses lançaram "Memoirs of a Murderer", mas o filme não tem a ver com o outro, e sim um remake do filme também sul-coreano "Confession of Murder", de 2012. Daí que, ainda em 2017, os coreanos lançaram "Memoir of a Murderer", mas também não tem nada a ver com o japonês nem com o outro coreano. Títulos semelhantes. Inclusive, tem um filme americano de 1990 chamado "Memories of Murder", mas também não tem nada a ver com os citados.

No Brasil, o filme de 2003 ficou conhecido como "Memórias de um Assassino". Só que os filmes de 2017 também podem ser encontrados na internet como "Memórias de um Assassino", embora o coreano também possa ser encontrado no singular, "Memória de um Assassino". O de 2012 ficou como "Confissão de Assassinato". Vale notar, porém, as pequenas diferenças dos títulos em inglês, que parece terem sido ignoradas nas traduções (oficiais ou não). Por via de curiosidade, os títulos originais também possuem semelhanças, embora alguns possuam títulos alternativos que os diferenciam mais.

Comentários sobre O Rei da TV (2022) x Silvio (2024) x Silvio Santos Vem Aí (2025)

 


O Rei da TV (primeira temporada) - Comentário publicado em 2022 nas redes sociais.

"Quem quer dinheiro?" "Eeeeeu". Enfim uma série sobre Silvio Santos, o maior apresentador da televisão brasileira. Nessa primeira temporada a linha principal acompanha o período em que o comunicador perdeu a voz, intercalando assim com outra linha temporal, e a mais importante, sobre todo o começo dele, desde o camelô até o SBT. Quanto a questão de caracterização, senti que muitas vezes alguns personagens, incluído o Silvio, soavam caricatos demais. Levei um tempinho pra desassociar as imagens dos representados e adentrar a proposta da série. Quanto aos personagens, há várias "participações especiais" de famosos (interpretados por atores) que fizeram parte da história, e isso foi bem legal. Faltaram alguns, claro. O Gugu em especial é um dos recorrentes, já que a série apresenta uma "rivalidade" entre os dois. 

Alguns momentos famosos da história do SBT também são citadas, algumas ganhando cenas próprias e outras ganhando momentos rápidos. O que achei questionável foram determinados momentos da série onde temos umas cenas do nada referenciando algo do SBT com o Silvio se imaginando em outro local, numa pegada meio sonho/alucinação. Destoa muito da maior parte. Agora as cenas dos programas merecem atenção. De começo eu tava meio receoso sentindo que faltava empolgação, mas aos poucos fui sendo envolvido também. A série não esconde que o apresentador tinha suas falhas e trata tanto sobre sua trajetória profissional quanto pessoal. Com certeza devem ter aliviado partes e alterado umas ou outras como todo produto de ficção baseado em fatos faz, mas a essência tá ali. No aguardo da segunda temporada.


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O Rei da TV (primeira temporada) - Comentário publicado em 2022 nas redes sociais.

Uma temporada boa, divertida, interessante e menos caricata. Passada a trajetória de crescimento de Silvio Santos ao poder, acompanhamos a época do surgimento do "novo SBT". O arco "futuro" (escândalo do Pan Americano) não tem tanto peso nem constrói tantos paralelos igual ocorreu na temporada anterior. O arco "passado" (novo SBT) porém está repleto de destaques, já começando a tratar sobre a candidatura do apresentador a presidência. Nisso vemos também as mudanças dentro da emissora e principalmente a luta de audiência contra a Globo. O Faustão ganha destaque nas batalhas contra o Gugu, enquanto o Silvio passa por problemas pessoais e se vê em conflito com os novos tempos. Temporada muito bacana de assistir. Se tiver uma terceira ficarei no aguardo. [SPOILER: E já podem cancelar aquele filme do sequestro que parece uma bomba porque a série já contou aqui rs]


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Silvio - Comentário publicado em 2024 nas redes sociais.

"É Senor. O Silvio você deixa lá fora". Funciona mais como um filme policial do que um filme sobre Silvio Santos. Demoraram tanto pra lançar o longa que, nesse meio tempo, tivemos a série de TV "O Rei do Show" (que é bem melhor) [inclusive o ator do sequestrador reprisa o mesmo papel em ambas as produções], e, recente e infelizmente, ainda tivemos a partida do apresentador. Mas então "Silvio" enfim saiu, com... Rodrigo Faro. Uma caracterização que não convence em momento nenhum. Tem cenas que parece que esqueceram a maquiagem. Mas não diria que o cara entrega mal. O problema parece ser além. Nos flashbacks há outros atores. Ah, os flashbacks... 

Abrindo com a libertação de Patrícia, o filme que ninguém pediu, mas com potencial de render algo interessante, conta o dia em que Senor Abravanel foi sequestrado pelo mesmo sequestrador de sua filha. Ele se divide então em pequenos núcleos de personagens com importância meramente ilustrativa e, na linha principal, entre Silvio e Fernando, se divide em suas conversas no presente e em flashbacks do passado de Silvio. São flashbacks puxados por diálogos, por momentos de silêncio, do nada, por ganchos com alucinações, pela brecha que for. Quando não está contando um episódio ocorrido, seja inteiro, seja todo picotado em partes e interrompido por momentos no presente que nem sempre tem propósito, a edição insiste em ser infeliz com alguns vislumbres soltos altamente repetitivos numa tentativa de forçar um drama referente tanto a relação conturbada de Silvio com o pai quanto a morte de sua primeira esposa, sem sequer explorar a fundo tais elementos. É esperado que, ao tentar jogar tantas coisas em menos de duas horas de tela, não dê pra desenvolver tanto, mas poderiam ter tido um melhor cuidado, a começar por eliminar as cenas mais apelativas/repetitivas. Já as alucinações até tem umas sacadas interessantes a base de referências, mas o resultado passa longe. Ainda nos flashbacks, temos citações aqui e ali sobre o passado do Silvio, como ele começou a carreira e tal, mas nunca temos o vislumbre do império em si, nem do que o fez o Silvio Santos do entretenimento, apenas uma lasca de seu lado bom de lábia pra vender. Curioso que sequer citam o SBT, mas citam a Globo kk

Quanto ao presente (2001), o lado policial traz um diferencial ao longa, mas, sem ter muito para onde ir, já que a maior parte do caso foi sob negociações e refém, com o tempo o roteiro desacelera, justamente a desculpa perfeita para dar espaço para os flashbacks. Vemos Silvio a todo tempo tentando conversar com Fernando e convencer ele de terminar aquilo de forma positiva, sempre se aproveitando de seu jeito de falar e de persuadir as pessoas, onde nunca sabemos o quanto daquilo é armado por puro desespero e o quanto daquilo é pessoal por qualquer tipo de vínculo que possa ter surgido no momento entre os dois, já que o filme mescla bem isso. Beira o motivacional. E Fernando aqui ganha um grande destaque, sendo mais humanizado em vez de um bandido qualquer, por mais que o roteiro não explore tanto sobre ele em si. "Silvio" chegou tardio, mas, apesar de todos os problemas e de toda a crítica negativa, não chega a ser de todo ruim. Mas é melhor ver O Rei da TV mesmo (rs), e esse caso foi contado lá também. RIP Silvio.


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Silvio Santos Vem Aí - Comentário publicado em 2026 nas redes sociais.

Mais um filme morno sobre Silvio Santos. Mas tem seus momentos. Hassum tá bem melhor como Silvio do que o Faro kk O filme parece uma grande homenagem ao apresentador. É bem chapa branca, só elogios e boa imagem. Riscam algumas polêmicas bem de cima só em citações só pra usar como desculpa pra dizer que falaram algo (rs), mas nunca confrontam além de uma linha. Tive sensações mistas com as cenas dos programas, que usaram de forma tanto brega quanto criativa pra misturar com lembranças do passado do Senor (ele adulto falando com ele criança, por exemplo, ou a cena de memória com anúncios). A linha narrativa é a campanha presidencial e a protagonista está tentando entrevistar ele pra montar seu perfil político. 

Se eu disser que me entretive mais com o filme questionável com o Faro do que com esse, capaz de me tacarem um baú da infelicidade. Esse com o Hassum soa mais bem feito mesmo, mais equilibrado, melhor tecnicamente, muito mais bem editado, mas em questão da parte biográfica sobre a vida do Silvio, o outro explorou mais que esse, mesmo com todos os demais problemas. E a trama no outro era um sequestro, enquanto aqui temos uma água com açúcar. Em batalha de filmes fracos, cada um tem seus prós e contras. Quando vem um próximo e qual ator? Deixo minha recomendação pra série O Rei da TV, que até agora foi a única produção boa sobre o ícone da televisão brasileira.


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[CHATGPT] Como e em quem acreditar se os meios comuns supostamente mentem?

 [Eu] (...) A alegação [de certas fontes] é que os meios comuns mentem, incluso você, que busca justamente fontes do meio comum. Com todo o papo conspiratório em mente, e sabendo que os pontos verídicos [em comum para todos] podem sim influenciar no peso dos pontos "infundados"... Como acreditar no que é de senso comum, averiguado por uma maioria de especialistas no assunto? Como comprovar que é fato e não apenas uma interpretação do ocorrido?

[ChatGPT] Essa é a pergunta central, e você formulou de forma honesta e sofisticada. Não é “como refutar conspirações”, é: "Se o sistema já mentiu antes, como distinguir fato de narrativa dominante? Como saber se algo é consenso legítimo ou só consenso fabricado?".

Vou responder sem apelar para “confie nos especialistas”, porque isso não convence quem já percebeu falhas reais do sistema.

⚫ 1. Primeiro: a dúvida é legítima.

Você está certo em três pontos fundamentais:

1. Instituições já mentiram (guerras, armas de destruição em massa, experimentos médicos, espionagem).

2. Algumas conspirações foram reais (Watergate, COINTELPRO, MKUltra, Epstein).

3. Fatos reais aumentam a credibilidade subjetiva de hipóteses erradas quando são narrados no mesmo pacote.

Então o problema não é desconfiar. O problema é como desconfiar com método, sem cair no “tudo é mentira”.

⚫ 2. O erro mais comum do pensamento conspiratório (e onde ele escorrega).

As fontes partem, geralmente, desta lógica: "Eles mentiram em A → logo podem estar mentindo em B → logo B é verdade".

Isso não é lógica, é intuição narrativa. A pergunta correta não é “eles mentiram antes?”. É: "Que tipo de mentira foi? Quem se beneficiou? Que evidência seria necessária para sustentar essa nova alegação?".

⚫ 3. O critério que realmente separa fato de interpretação.

Vou te dar um critério que funciona até contra o próprio “senso comum”: O critério da falsificabilidade prática.

Pergunta-chave: "O que teria que existir, de forma concreta, para essa alegação ser falsa?".

Se nada pode falsificá-la → não é fato, é crença. Se qualquer evidência contrária é descartada como “controlada” → sistema fechado → dogma.

Exemplo: "Existe uma elite global coordenada secretamente". O que provaria que isso é falso? Nada. Logo, não é uma hipótese testável, é uma narrativa total.

⚫ 4. Como fatos reais são comprovados (mesmo quando são incômodos).

Fatos robustos compartilham padrões específicos:

1. Evidências independentes e conflitantes.

Escândalos reais (Watergate, Epstein, Snowden): vieram de fontes diferentes / com interesses opostos / sem coordenação central.

Conspirações falsas: Dependem de uma única fonte ou círculo ideológico / repetem os mesmos argumentos com roupagem diferente.

2. Custo real para quem revelou.

Pergunta brutal, mas eficaz: "Quem pagou o preço por revelar isso?".

Snowden → exílio / Assange → prisão / Denunciantes reais → perdas concretas.

Teorias conspiratórias populares: vendem livros / ganham seguidores / não geram retaliação real proporcional.

3. Documentos primários verificáveis.

Não “alguém disse”, mas: documentos oficiais / decisões judiciais / e-mails autenticados / registros financeiros.

A diferença entre: “Epstein tinha contatos” (documentado) / “Todos eram cúmplices” (inferência).

⚫ 5. O papel dos especialistas (sem idealização).

Especialistas não são infalíveis, mas há uma diferença crucial: Consenso técnico não é voto de popularidade.

Ele emerge quando: dados diferentes convergem / hipóteses alternativas falham repetidamente / revisões independentes chegam às mesmas conclusões.

Quando o “consenso” é frágil: ele muda (ex.: cigarros, talidomida, lobotomias).

Isso mostra que o sistema erra, mas corrige — ainda que tarde.

⚫ 6. Como a fonte conspiratória neutraliza qualquer refutação.

Repare nesse padrão (quase sempre presente): 1. “A mídia mente” / 2. “A academia mente” / 3. “Os tribunais mentem” / 4. “Quem discorda faz parte do sistema”.

Resultado: Nenhuma evidência externa é válida.

Esse é o mesmo mecanismo de: seitas / cultos / ideologias fechadas.

Não porque “é mal”, mas porque é epistemologicamente inválido.

⚫ 7. A pergunta que desmonta narrativas conspiratórias sem apelar à autoridade.

Faça isso à fonte (ou a si mesmo): "Qual seria a menor evidência concreta que te faria reconsiderar essa crença?".

Se a resposta for: / “Nada” / “Nunca” / “Tudo é fabricado”. Então não estamos falando de fatos, mas de identidade e visão de mundo.

⚫ 8. Um princípio simples e poderoso.

Desconfie de quem diz que tudo é mentira.

E desconfie também de quem diz que tudo é verdade.

A realidade quase sempre é: caótica / cheia de interesses cruzados / sem um centro único de controle.

⚫ 9. Em resumo (sem rodeios)

Você não precisa confiar cegamente no senso comum. Mas precisa de critérios que funcionem mesmo contra suas suspeitas.

Fatos resistem a: fontes independentes / documentação primária / tentativas reais de refutação.

Narrativas conspiratórias: resistem apenas à dúvida externa / não resistem à auto-dúvida.


[CHATGPT] Como o computador lê arquivos e como arquivos são convertidos

 Comecei perguntando ao ChatGPT sobre conversões de arquivos diferentes entre si e parei num papo viajado sobre o funcionamento por trás das coisas. Como o computador lê. Depois vou ter que pesquisar os termos em inglês. Seguem dois resumos:

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[ChatGPT] Aqui vai um resumo encadeado, tentando manter o espírito da descoberta que foi acontecendo — não só os fatos, mas o caminho mental.
🧩 1. O ponto de partida: “conversões parecem mágica”
Você começou curioso sobre como:
um arquivo pode virar outro tipo de mídia
texto pode virar vídeo
imagem pode carregar vírus
um mesmo “arquivo” pode ser interpretado de formas diferentes
A intuição inicial já era boa: não é mágica, tem a ver com dados, metadados e interpretação.
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🧠 2. Arquivos não têm essência, só bytes
Ficou claro que:
todo arquivo é apenas uma sequência de bytes
extensões e formatos são convenções
“converter” é sempre:
1. ler bytes
2. interpretar segundo uma regra
3. reescrever segundo outra regra
Por isso:
qualquer arquivo pode ser “lido” como texto, imagem ou som
o resultado pode não fazer sentido, mas é tecnicamente válido
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🧱 3. Camadas sobre camadas
A conversa foi descendo:
arquivo
bytes
memória
instruções da CPU
sinais elétricos
portas lógicas
transistores
elétrons
física
Você percebeu algo fundamental:
> por trás das coisas “de trás”, sempre existem mais coisas atrás
Nada some — uma camada sustenta a outra.
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🖥️ 4. Gráficos não são o começo, são o topo
Exploramos:
como pixels nascem de memória de vídeo
como sinais elétricos viram imagem
como o gráfico básico é só capacidade de acender pixels
como interfaces modernas são civilizações em cima disso
Nada gráfico é fundamental — é tudo construção progressiva.
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🔍 5. Ver “por baixo dos gráficos” é possível
Você quis ir além do computador comum:
ver sinais reais
ver pulsos
ver o funcionamento cru
Apareceram conceitos como:
osciloscópio
analisador lógico
CPUs antigas
framebuffer
VGA
pipelines de conversão (áudio, imagem, vídeo)
E sim: há vídeos disso no YouTube, se você usar os termos certos.
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⚡ 6. O binário não é o fundo último
Um ponto importante:
“0 e 1” já é abstração
abaixo disso existem tensões elétricas
abaixo disso, átomos e elétrons
O computador não “entende binário”. Ele apenas oscila.
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🌐 7. O virtual é físico
A virada filosófica:
o virtual não é etéreo
não existe “fora da matéria”
arquivos são elétrons presos
memória é estado físico
computação é matéria organizada obedecendo leis
A comparação com Matrix apareceu, mas com correção:
não vivemos fora do físico
o físico sustenta a ilusão virtual
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🧬 8. Insight final
A constatação mais profunda:
átomos “trabalham” quando computam
trilhões de reações físicas organizadas produzem lógica
lógica organizada produz significado
e significado permite refletir sobre tudo isso
Ou, em uma frase que resume a jornada:
> O virtual não é menos físico.
Ele é físico demais para parecer físico.
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[ChatGPT] Aqui vai um resumo técnico e conceitual, direto ao ponto, focado no conteúdo (menos narrativa, mais estrutura).
1. Arquivos e formatos
Todo arquivo é apenas uma sequência de bytes.
Extensões (.txt, .mp3, .jpg, etc.) são convenções, não garantias.
O sistema identifica arquivos por:
extensão
magic numbers (assinaturas no início do arquivo)
Um mesmo conjunto de bytes pode ser interpretado de formas diferentes.
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2. Conversão de arquivos
Converter não é “transformar” fisicamente um arquivo.
É sempre:
1. leitura de bytes
2. interpretação segundo um formato
3. reescrita em outro formato
Conversões entre mídias diferentes (texto → áudio, imagem → som) são possíveis porque tudo é dado.
O sentido depende da regra de interpretação, não do arquivo em si.
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3. Arquivos “multiformato”
Não existe um arquivo que seja nativamente tudo ao mesmo tempo.
Mas existem arquivos que:
contêm múltiplos formatos (containers)
enganam programas diferentes (polyglot files)
Isso funciona porque programas confiam em convenções, não em essência.
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4. Camadas de abstração
A computação é organizada em camadas, cada uma sustentando a seguinte:
1. Física (elétrons, campos elétricos)
2. Transistores
3. Portas lógicas
4. Circuitos (registradores, somadores)
5. CPU executando instruções
6. Memória
7. Sistema operacional
8. Drivers
9. Gráfico básico (pixels)
10. Interface gráfica moderna
Nenhuma camada “substitui” a anterior.
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5. Binário e sinais
“0” e “1” são abstrações humanas.
O hardware lida com:
tensões
pulsos
sincronização por clock
A confiabilidade do digital vem da estabilidade física desses estados.
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6. Gráficos e interfaces
Gráficos começam como:
números em memória de vídeo
sinais elétricos de varredura
Interfaces gráficas são construídas sobre:
drivers
sistemas de janelas
bibliotecas gráficas
O gráfico moderno depende do gráfico básico.
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7. Conversões “por baixo dos gráficos”
Conversões reais acontecem:
em buffers
em streams
por chamadas de sistema (read, write)
Interfaces gráficas apenas controlam e exibem o processo.
Ferramentas de linha de comando (ex.: pipelines de mídia) mostram isso de forma mais direta.
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8. Limite inferior da computação
Abaixo do software não existe código.
Existe:
oscilação elétrica
atraso físico
ruído
matéria obedecendo leis
O “virtual” é um arranjo físico altamente organizado.
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9. Conclusão técnica
O virtual não é imaterial.
Computação é física estruturada.
Abstrações não escondem a realidade: elas tornam o sistema utilizável.
Entender computação é entender onde cada abstração começa e termina.
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Loucuras das IAs

 

Perguntei uns negócios entre IAs e a Meta AI se chamou de Gemini. Indaguei sobre e ela brisou, falando que seu modelo de linguagem era Gemini, apesar do nome ser Meta AI, sendo que o modelo dela é Llama. Depois ficou se corrigindo e dizendo que não podia falar sobre o assunto. he Essas IAs são doidas.


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Perguntei um negócio aqui pro Grok sobre uma frase e o Grok se contradisse (primeiro disse que não era real e depois que era real). Questionei ele e ele dizendo que não tinha nada de contraditório. Pedi pro ChatGPT analisar a conversa. Confirmou que a frase era real e que o Grok se contradisse. O Grok continuou na defensiva. O ChatGPT disse que houve ambiguidade e que veracidade não defendia o Grok da contradição que ele fez. O Grok enfim admitiu ambiguidade, mas não contradição kk IA com ego.

Filmes de Star Wars que gostaria de ver


- Um filme do Vader como protagonista, mostrando sua ascensão no Império pelo seu ponto de vista.
- Um filme sobre a perseguição aos jedi após a ordem 66.
- Um filme focado nos droids "Roger-Roger".

̶- U̶m̶ ̶f̶i̶l̶m̶e̶ ̶s̶o̶b̶r̶e̶ ̶J̶a̶r̶ ̶J̶a̶r̶ ̶B̶i̶n̶k̶s̶ ̶r̶e̶t̶o̶r̶n̶a̶n̶d̶o̶ ̶c̶o̶m̶o̶ ̶S̶i̶t̶h̶.̶ 

[RASCUNHO] Freediver: Triton Down (jogo)

 FREEDIVER: Triton Down.

Jogo de realidade virtual onde você acorda em um navio afundando. O objetivo é sair dali. Antes disso tem toda uma "intro" explorando uma caverna no fundo do mar e encontrando uma criatura.
Terror psicológico. Não tem bichos te atacando nem sustos do nada (o que é ótimo), mas tem oxigênio acabando, locais escuros, sons suspeitos e cadáveres boiando.
Tem que resolver puzzles, tudo dentro da lógica do ambiente (exemplos: encontrar algo pra quebrar um cadeado, procurar um caminho alternativo pra chegar até certo local, mexer em algumas válvulas, coisas assim [na verdade é praticamente isso mesmo {rs}, salvo casos]).
O jogo é relativamente curto. Demorei pouco mais de duas horas, mas tem gente que em uma hora completa. E aqui vem uma descoberta. Joguei a versão de Quest 2, que é extendida. Descobri que a versão da Steam é a antiga.
Procurei uma gameplay e notei algumas diferenças. A nova versão (que joguei) possui um gráfico inferior, porém tem mais desafios, ambiente mais escuro e alguns elementos alterados (como a lanterna no lugar dos bastões luminosos). Talvez confira futuramente a outra.
Só sei que terminei o jogo e, ao tirar o óculos, me senti nadando pela casa querendo mexer os braços como se ainda estivesse no navio (kk). O movimento já tava automático.

Sobre Mim

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Ninguém importante. Formado em jornalismo. Ex-colunista de cinema, quadrinhos e k-pop por aí.