Unificação: O Blog do Lucas Cardozo e o Críticas do Lucas Cardozo agora são um só.

sábado, 1 de junho de 2019

[RASCUNHO] Bandidos na TV

Bandidos na TV

Uma trama digna de cinema. Seria nossa versão de O Abutre ou de Making a Murderer? O deputado e apresentador Wallace Souza virou herói e vilão ao mesmo tempo. Combatia o crime através de seu programa, fazia o papel que o governo devia, denunciava tudo, mas foi acusado dele mesmo ser criminoso e mandar matar criminosos em prol de audiência. Até o fim ele se considerou inocente. Não é o que a polícia diz, entretanto.

O documentário fica num vai e vem de provas contra e a favor, sempre mostrando os dois lados do caso, com diversas entrevistas. Como eu não conhecia o caso a fundo, pra mim ele era confirmadamente culpado, mas pelo visto há dúvidas até hoje sobre a veracidade dos fatos. A imprensa tem sim peso nas consequências. Ambos os lados apresentam elementos consideráveis, assim como elementos duvidosos, o que dificulta uma conclusão 100% correta. Pelo que apresentaram, não dá pra negar que tem algo nisso. Talvez até mesmo culpa nos dois lados. Pena que talvez nunca saberemos a real verdade.

Sobre o programa de TV, o que é apresentado nesse doc é mais as matérias policiais, o que faz sentido, mas deram um jeito de citar no primeiro episódio a famosa e hilária briga que viralizou na internet. Enfim. O negócio mesmo é execução violenta. Aqui vale uma observação importante: O doc apresenta fotos e vídeos reais de assassinatos tanto com quanto sem censura. Cenas fortes.

O formato de sete episódios é suficiente pra contar o caso, mas gostaria de ver mais sobre o impacto causado por tudo. E futuramente, quem sabe, o impacto desse documentário. Resta agora conferir a série ficcional Pacto de Sangue, que foi inspirada nessa conspiração.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

[RASCUNHO] Godzilla II: Rei dos Monstros

Finalmente um filme estadunidense decente para o Godzilla. Foi o que mais chegou perto dos japoneses, sendo até melhor que alguns. Ainda assim bem diferente. Sim, ainda é pura fórmula clichê hollywoodiana que impede de aproveitar o potencial ao máximo, mas... É um avanço tão grande e um resultado tão superior a tudo o que já fizeram que chega a surpreender.

Há diversas referências a franquia japonesa. Quem viu as dezenas de filmes perceberá. De cara já tem os monstros (os principais são o Ghidorah, o Mothra e o Rodan mesmo, os clássicos), mas não para neles, chegando até a referenciar passagens de certos filmes.

A trama funciona, tem uma ligação maior a tudo. Isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Bom por não ser algo aleatório e ruim por acharem que é mais importante do que deveria. Ainda insistem em focar mais nos humanos, mas dão bom espaço pros monstros.

Depois da decepção do anterior de "pular" as lutas, aqui acompanhamos o desenrolar das batalhas do começo ao fim. E as brigas são sensacionais. Mostram realmente o tamanho colossal dos titãs e como somos meros pontos para eles. Nisso é humano tentando sobreviver enquanto os deuses lutam.

Bom resultado. Óbvio que poderia ser melhor, e tinham material de sobra pra isso, mas é pedir demais de uma versão americana. O encerramento ainda é duvidoso, mas nada absurdo. Por tudo o que já foi apresentado, tá sensacional. Obs.: Tem uma cena pós-créditos. Pena ser bem descartável. Considerando o futuro crossover, foi burrice.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Análise básica sobre o Nintendo 3DS - Bom demais, mas nem tanto assim

Esse ano, uns meses atrás, adquiri meu New 3DS XL.

A princípio um console incrível, proporcionando muita diversão, mas no fundo há problemas preocupantes.

Confesso que estou me pagando de trouxa e sendo o corretinho ao tentar manter tudo na legalidade, deixando o console bloqueado e comprando jogos originais (não físicos por serem caros demais, mas virtuais por serem menos caros rs), mas a Nintendo não colabora.

~ Sobre o aparelho: Leve, prático, bateria com boa duração, controles de fácil manuseio, opção de modificar o menu e de equilibrar o 3D.

~ Sobre a loja virtual:

- As compras só podem ser feitas com cartão de crédito Visa ou Master Card ou aquele cartão Nintendo que vem créditos nele (é recomendável comprar tais cartões em lojas, já que pela internet se paga mais do que o gasto).

- Há uma vasta coleção de jogos, tanto exclusivos quanto adaptados de consoles anteriores. Muitos jogos em 3D, aproveitando o ideal da plataforma. Muitos jogos variados de pequenas e grandes empresas.

- Preços: Os indies e os clássicos costumam ser mais baratos. Os grandes títulos em sua maioria são bem caros. Uma pena. Causa certa revolta. Tem muito jogo bom, mas também tem muito jogo ruim. Dá pra achar jogos de 1 real a 250 reais. Há promoções. Também é possível achar programas, como de edição de áudio. Vale citar que existe um custo adicional para adicionar créditos na loja virtual, ou seja, se gasta mais do que o esperado.

- Relançamentos de clássicos: Dos clássicos, alguns são apenas relançados normalmente, já outros são convertidos pra 3D. Vergonha da Nintendo relançar muitos normalmente, sendo que a Sega relançou vários adaptando-os ao formato 3D da "concorrente".

- Ausências no catálogo: Nem todos os jogos estão disponíveis para comprar virtualmente. Outra revolta. E nem todos os jogos lançados para o console estão registrados no catálogo da loja. Gostaria também que tivesse uma loja de jogos de DS, até pela compatibilidade, mas isso é pedir demais.

~ Sobre a conta: Sem salvação. Isso foi o que mais me causou revolta. Caso o usuário formate o 3DS, sua conta é automaticamente deletada e, com isso, todos os jogos comprados na loja virtual também são apagados. Em caso de perda/dano/roubo do console e, consequentemente, a possível compra de um novo, é possível tentar recuperar os jogos comprados entrando em contato com a Nintendo. Não é garantia de que conseguirá, entretanto.

Ao fim, concluo que: O 3DS é um console maravilhoso, mas a vontade é de mandar a Nintendo se ferrar.

Sobre Mim

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Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brazil
Formado em jornalismo e futuro escritor de livros. Colunista de cultura pop. Cinema, quadrinhos, k-pop. O blog surgiu em 2008 com a proposta de reunir o que eu achava de interessante pela internet e evoluiu até se tornar algo mais original. Atualmente serve como um local de divulgação de links de matérias que escrevo para outros sites, rascunhos e alguns textos aleatórios.